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EUA investem bilhões em fábrica militar que não produziu nada desde 2022, diz mídia
EUA investem bilhões em fábrica militar que não produziu nada desde 2022, diz mídia
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De acordo com um órgão de defesa, uma fábrica de artilharia de 155 mm recém-construída não produziu nenhum componente nos dois anos seguintes à sua conclusão... 15.07.2026, Sputnik Brasil
2026-07-15T05:50-0300
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A reportagem aponta que a fábrica não conseguiu fabricar nenhum projétil de metal com as especificações do contrato, o que significa que os US$ 469 milhões (R$ 2.378,60 milhões) gastos na instalação poderiam ter sido direcionados para outras prioridades críticas do Pentágono.Segundo a matéria, desde 2022, o Pentágono esgotou seu arsenal de artilharia de 155 mm, disparando 3,6 milhões de tiros, sendo que a maior parte, mais de três milhões de munições, foi enviada para a Ucrânia, enquanto quantidades menores foram destinadas a treinamentos e vendas externas.Para reabastecer os suprimentos e cumprir a meta de 2024 de elevar a produção de 14 mil para 100 mil munições por mês até outubro de 2025, o Exército estadunidense investiu US$ 469 milhões (R$ 2.378,60 milhões) em uma nova fábrica no Texas, operada pela General Dynamics.No entanto, em março de 2026, a produção era de apenas cerca de 36 mil cartuchos por mês, em grande parte porque a instalação de Mesquite não produziu as 30 mil peças de projéteis de metal esperadas por mês.O Pentágono agora projeta que, mesmo em setembro de 2026, a produção atingirá apenas 71 mil munições por mês, devido aos funcionários aceitarem o risco de utilizar equipamentos não testados, o que levou à paralisação das obras em agosto de 2025, enquanto o governo norte-americano revisava a viabilidade da usina.O déficit expôs fraquezas mais amplas na base industrial de defesa estadunidense, mesmo com o Pentágono buscando mais de US$ 70 bilhões (R$ 355,03 bilhões) este ano para mísseis avançados e sistemas relacionados, conclui o texto.Anteriormente, um jornal britânico relatou que as empresas norte-americanas do setor militar-industrial enfrentam dificuldades para atender à exigência do Pentágono de aumentar a produção de munições, em um contexto no qual os EUA tentam repor seus estoques de mísseis, esgotados pelo conflito com o Irã.
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EUA investem bilhões em fábrica militar que não produziu nada desde 2022, diz mídia
De acordo com um órgão de defesa, uma fábrica de artilharia de 155 mm recém-construída não produziu nenhum componente nos dois anos seguintes à sua conclusão, o que impediu atingir as metas gerais de produção, informa a mídia ocidental.
A reportagem aponta que a fábrica não conseguiu fabricar nenhum
projétil de metal com as especificações do contrato, o que significa que os US$ 469 milhões (R$ 2.378,60 milhões) gastos na instalação
poderiam ter sido direcionados para outras prioridades críticas do Pentágono.
"Um relatório do Pentágono descobriu que, nos cerca de dois anos desde sua construção, uma fábrica de munições em Mesquite, no Texas, não produziu nenhuma peça para cartuchos de artilharia de 155 mm, dificultando o objetivo do Exército de reabastecer os estoques de munição fornecidos à Ucrânia", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, desde 2022, o Pentágono esgotou seu arsenal de artilharia de 155 mm, disparando 3,6 milhões de tiros, sendo que a maior parte, mais de três milhões de munições, foi enviada para a Ucrânia, enquanto quantidades menores foram destinadas a treinamentos e vendas externas.
Para reabastecer os suprimentos e cumprir a meta de 2024 de elevar a produção de 14 mil para 100 mil munições por mês até outubro de 2025,
o Exército estadunidense investiu US$ 469 milhões (R$ 2.378,60 milhões) em uma nova fábrica no Texas, operada pela General Dynamics.
No entanto, em março de 2026, a produção era de apenas cerca de 36 mil cartuchos por mês, em grande parte porque a instalação de Mesquite não produziu as 30 mil peças de projéteis de metal esperadas por mês.
O Pentágono agora projeta que, mesmo em setembro de 2026, a produção atingirá apenas 71 mil munições por mês, devido aos funcionários aceitarem o risco de utilizar equipamentos não testados, o que levou à paralisação das obras em agosto de 2025, enquanto o governo norte-americano revisava a viabilidade da usina.
O déficit expôs fraquezas mais amplas na base industrial de defesa estadunidense, mesmo com o Pentágono buscando mais de US$ 70 bilhões (R$ 355,03 bilhões) este ano para mísseis avançados e sistemas relacionados, conclui o texto.
Anteriormente, um jornal britânico relatou que as empresas norte-americanas do
setor militar-industrial enfrentam dificuldades para atender à exigência do Pentágono de aumentar a produção de munições,
em um contexto no qual os EUA tentam repor seus estoques de mísseis, esgotados pelo conflito com o Irã.
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