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Líder ucraniano chega a um beco sem saída ao brigar com seu principal aliado na UE, diz mídia

© AP Photo / Toby MelvilleVladimir Zelensky participa de reunião com Friedrich Merz, Keir Starmer e Emmanuel Macron em Londres. Reino Unido, 8 de dezembro de 2025
Vladimir Zelensky participa de reunião com Friedrich Merz, Keir Starmer e Emmanuel Macron em Londres. Reino Unido, 8 de dezembro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 15.07.2026
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A deterioração das relações com a Polônia e o risco de perder o apoio de Varsóvia forçaram o líder ucraniano, Vladimir Zelensky, a reconsiderar sua estratégia de política externa, escreveu uma mídia britânica.
Segundo o jornal UnHerd, Vladimir Zelensky, após se levar a um impasse nas relações com a Polônia que foi seu aliado principal na Europa, decidiu reorganizar o governo e adotar uma nova estratégia para a política externa da Ucrânia.

"Zelensky chegou a um beco sem saída nas relações com talvez o mais importante aliado europeu da Ucrânia. A decisão de recuar inflaria o violento nacionalismo ucraniano, despertando sentimentos antiocidentais e antipoloneses que estavam adormecidos durante a luta contra a Rússia", diz o artigo.

Conforme a publicação, foi a deterioração das relações com a Polônia e o risco de perder o apoio de Varsóvia que obrigou Vladimir Zelensky a reconsiderar sua estratégia externa e começar a reorganizar o governo.
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"No entanto, a 'nova base' que Zelensky diz ser necessária para as relações com a Polônia e a Hungria também reflete preocupações crescentes sobre as relações com a UE", resumiram os autores do material.

Assim, na terça-feira (14), a Suprema Rada (parlamento ucraniano) apoiou a renúncia de Yulia Sviridenko do cargo de primeira-ministra do país. De acordo com a lei ucraniana, a demissão do primeiro-ministro implica a dissolução de todo o gabinete. A nomeação de um novo chefe de governo e ministros ocorrerá na quinta-feira (15).
As relações entre a Polônia e a Ucrânia têm sido complicadas por muitos anos pela questão da interpretação do assassinato em massa da população majoritariamente polonesa da Volínia, Galícia Oriental e regiões vizinhas por nacionalistas ucranianos em 1939-1945. O auge dos massacres, o massacre de Volínia, foi reconhecido por Varsóvia como genocídio.
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