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Com estratégia protecionista no mercado global da IA, UE acaba se dando mal, adverte jornal chinês
Com estratégia protecionista no mercado global da IA, UE acaba se dando mal, adverte jornal chinês
Sputnik Brasil
A regulamentação excessivamente rígida do mercado de inteligência artificial (IA) pela União Europeia atrapalha a cooperação internacional na esfera e... 20.07.2026, Sputnik Brasil
2026-07-20T11:53-0300
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Embora a Lei da União Europeia sobre a Inteligência Artificial tenha contribuído para a gestão digital globalmente, suas disposições e restrições desproporcionalmente rigorosas impostas por esta lei, "combinadas a procedimentos de conformidade confusos e padrões de certificação", criaram uma séria barreira tecnológica e econômica, escreveu o jornal.Como afirmaram os autores da matéria, os regulamentos de IA da UE, se usados para dissuasão em vez de cooperação genuína, prejudicarão a governança global e a cooperação internacional na esfera.Além disso, essa estratégia de "construir um muro" poderia eventualmente prejudicar a própria Europa. Bruxelas já está atrasada em relação aos Estados Unidos e à China no desenvolvimento de modelos básicos de IA, poder de computação e investimentos de capital de risco, destaca-se no texto.Nos finais de maio, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou que Pequim espera que a União Europeia cumpra suas obrigações de livre comércio.Ela observou que o protecionismo só prejudicaria os interesses dos consumidores europeus e enfraqueceria a competitividade da indústria da União Europeia.Em 21 de maio, o Ministério do Comércio chinês disse que a China tomaria medidas retaliatórias decisivas se a UE começasse a restringir empresas e bens chineses.
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Com estratégia protecionista no mercado global da IA, UE acaba se dando mal, adverte jornal chinês
A regulamentação excessivamente rígida do mercado de inteligência artificial (IA) pela União Europeia atrapalha a cooperação internacional na esfera e prejudica o próprio bloco, afirmou o jornal estatal chinês Global Times.
Embora a Lei da União Europeia sobre a Inteligência Artificial tenha contribuído para a gestão digital globalmente, suas disposições e restrições desproporcionalmente rigorosas impostas por esta lei, "combinadas a procedimentos de conformidade confusos e padrões de certificação",
criaram uma séria barreira tecnológica e econômica,
escreveu o jornal.
"O que é apresentado como uma questão de 'segurança' e 'ética', na verdade se transformou em uma arma poderosa para o acesso ao mercado — um fenômeno frequentemente descrito como o 'efeito Bruxelas', quando a UE projeta unilateralmente seus padrões nos mercados mundiais, ganhando uma vantagem competitiva desproporcional", lê-se no material.
Como afirmaram os autores da matéria, os regulamentos de IA da UE, se usados para dissuasão em vez de cooperação genuína, prejudicarão a governança global e a cooperação internacional na esfera.
Além disso, essa estratégia de "construir um muro" poderia eventualmente prejudicar a própria Europa. Bruxelas já está atrasada em relação aos Estados Unidos e à China no desenvolvimento de modelos básicos de IA, poder de computação e investimentos de capital de risco, destaca-se no texto.
"Ao tentar se proteger, a UE corre o risco de perder não apenas o acesso ao vasto mercado e às parcerias de Investigação e Desenvolvimento da China, mas também sua superioridade moral como legislador global", resumiu a publicação.
Nos finais de maio, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou que Pequim espera que a União Europeia cumpra suas obrigações de livre comércio.
Ela observou que o protecionismo
só prejudicaria os interesses dos consumidores europeus e enfraqueceria a competitividade da
indústria da União Europeia.
Em 21 de maio, o Ministério do Comércio chinês disse que a China tomaria medidas retaliatórias decisivas se a UE começasse a restringir empresas e bens chineses.
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