Novos mercados; confiança do consumidor; e mais
15:01 27.07.2026 (atualizado: 15:31 27.07.2026)
Novos mercados; confiança do consumidor; e mais
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As novas tarifas alfandegárias aplicadas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros acenderam o alerta para a vulnerabilidade da nossa pauta exportadora, historicamente concentrada em poucos mercados. Como Washington deve congelar as negociações bilaterais até o fim das eleições presidenciais americanas, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços acelerou a diplomacia comercial. O plano foca na diversificação de mercados por meio de duas frentes: acordos bilaterais com potências como China, Japão, Índia, Emirados Árabes Unidos, Canadá, México e Singapura, além da ratificação do tratado Mercosul e União Europeia. O foco principal é blindar setores industriais de alto valor agregado — como eletroeletrônicos, autopeças, calçados e maquinário pesado —, que sofrem o maior impacto do protecionismo norte-americano. Tiago Velloso, economista formado pelo Ibmec e especialista em investimentos, falou sobre a viabilidade dessa transição de mercados.
A perda de fôlego do poder de compra acendeu um sinal amarelo na atividade econômica. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou a terceira queda mensal consecutiva, recuando para 88,3 pontos, chegando ao patamar mais baixo desde março. De acordo com os indicadores macroeconômicos, o pessimismo é reflexo direto do Índice de Situação Atual (ISA) das famílias, sufocadas por uma taxa básica de juros (Selic) restritiva, além de níveis críticos de endividamento e inadimplência no varejo. Para detalhar as projeções de consumo e o impacto desse recuo no produto interno bruto (PIB) dos próximos trimestres, convidamos Anna Carolina Gouveia, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV IBRE).
Na análise de mercado, Enrico Cozzolino, CEO da CZZ Capital, avaliou o desempenho da manhã de segunda-feira. A edição ainda tem o quadro semanal Vaga Certa, com as melhores oportunidades de emprego, estágio e qualificação.
Vale Nota, o jornal de economia que vai ao ar de segunda a sexta-feira, com apresentação de Dani Zanatta e Amanda Risi, participação de Lucas de Andrade e produção de Renatta Leite.
A perda de fôlego do poder de compra acendeu um sinal amarelo na atividade econômica. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou a terceira queda mensal consecutiva, recuando para 88,3 pontos, chegando ao patamar mais baixo desde março. De acordo com os indicadores macroeconômicos, o pessimismo é reflexo direto do Índice de Situação Atual (ISA) das famílias, sufocadas por uma taxa básica de juros (Selic) restritiva, além de níveis críticos de endividamento e inadimplência no varejo. Para detalhar as projeções de consumo e o impacto desse recuo no produto interno bruto (PIB) dos próximos trimestres, convidamos Anna Carolina Gouveia, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV IBRE).
Na análise de mercado, Enrico Cozzolino, CEO da CZZ Capital, avaliou o desempenho da manhã de segunda-feira. A edição ainda tem o quadro semanal Vaga Certa, com as melhores oportunidades de emprego, estágio e qualificação.
Vale Nota, o jornal de economia que vai ao ar de segunda a sexta-feira, com apresentação de Dani Zanatta e Amanda Risi, participação de Lucas de Andrade e produção de Renatta Leite.

