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Migrantes tentam se esconder em Ceuta para não voltar ao Marrocos, diz correspondente
Migrantes tentam se esconder em Ceuta para não voltar ao Marrocos, diz correspondente
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Migrantes que chegam ilegalmente estão tentando se esconder em várias áreas de Ceuta, como em debaixo de pontes, telhados, praias, parques e outros locais... 02.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-02T03:05-0300
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Conforme relata o correspondente, apesar do aumento da presença policial, o número de migrantes que permanecem nas ruas e no litoral excede significativamente o número de patrulhas mobilizadas.Muitos aparentam abatimentos e carregam pequenos sacos de comida. Alguns abordam os transeuntes de forma abrupta e insistente, pedindo comida e dinheiro. Segundo o correspondente, moradores locais estão evitando as áreas costeiras próximas à fronteira de Tarajal devido às tensões em curso.Mais de 67 pessoas morreram afogados tentando atravessar o marDe acordo com o portal Diário Red, 67 pessoas morreram na tentativa de atravessar o mar Mediterrâneo do Marrocos para chegar à Espanha. Na sexta-feira (31), o prefeito de Ceuta, Juan Jesús Vivas, anunciou que aproximadamente 60 mil pessoas entraram na cidade vindas de Marrocos em 24 horas. Em meio à crise, eclodiram distúrbios no município. Reforços policiais, da Guarda Civil e das Forças Armadas foram enviados para a cidade.Ministro do Interior espanhol critica apelos da UE para a suspensão do espaço SchengenO ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, chamou de "má-fé" os apelos dos países europeus pela exclusão temporária da Espanha do acordo de Schengen.Ele também afirmou que a maioria dos Estados-membros da União Europeia (UE) apoiava a Espanha. Grande-Marlaska lembrou ainda que, durante as crises migratórias em outros países europeus, Madri compartilhou o ônus.A crise migratória levou países como Itália, República Tcheca, Finlândia e Dinamarca a pedirem a suspensão temporária da adesão da Espanha ao acordo de Schengen.
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Migrantes tentam se esconder em Ceuta para não voltar ao Marrocos, diz correspondente
Migrantes que chegam ilegalmente estão tentando se esconder em várias áreas de Ceuta, como em debaixo de pontes, telhados, praias, parques e outros locais, para evitar a deportação ao Marrocos, informou um correspondente da Sputnik.
Conforme relata o correspondente, apesar do aumento da presença policial, o
número de migrantes que permanecem nas ruas e no litoral excede significativamente o número de patrulhas mobilizadas.
Muitos aparentam abatimentos e carregam pequenos sacos de comida. Alguns abordam os transeuntes de forma abrupta e insistente, pedindo comida e dinheiro. Segundo o correspondente, moradores locais estão evitando as áreas costeiras próximas à fronteira de Tarajal devido às tensões em curso.
Mais de 67 pessoas morreram afogados tentando atravessar o mar
De acordo
com o portal Diário Red, 67 pessoas morreram na tentativa de atravessar o mar Mediterrâneo do Marrocos para chegar à Espanha.
Na sexta-feira (31), o prefeito de Ceuta, Juan Jesús Vivas, anunciou que aproximadamente 60 mil pessoas entraram na cidade vindas de Marrocos em 24 horas. Em meio à crise, eclodiram distúrbios no município. Reforços policiais, da Guarda Civil e das Forças Armadas foram enviados para a cidade.
Ministro do Interior espanhol critica apelos da UE para a suspensão do espaço Schengen
O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, chamou de "má-fé" os
apelos dos países europeus pela exclusão temporária da Espanha do acordo de Schengen.
Ele também afirmou que a maioria dos Estados-membros da União Europeia (UE) apoiava a Espanha. Grande-Marlaska lembrou ainda que, durante as crises migratórias em outros países europeus, Madri compartilhou o ônus.
"Aqui estamos falando de má-fé ou ignorância, porque sabemos muito bem que Ceuta não faz parte do espaço Schengen", disse ele em uma coletiva de imprensa.
A crise migratória levou
países como Itália, República Tcheca, Finlândia e Dinamarca a pedirem a suspensão temporária da adesão da Espanha ao acordo de Schengen.
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