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Dino autoriza terceiro inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência
Dino autoriza terceiro inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência
Sputnik Brasil
Filho do presidente é alvo de dois outros inquéritos que investigam tráfico de influência; Dino foi sorteado como relator do terceiro pedido de inquérito. 04.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-04T14:31-0300
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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a abertura de um terceiro inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A PF apura um possível tráfico de influência de Lulinha para facilitar contratos do governo federal em favor da empresa de tecnologia 3Structure. A companhia mantém contratos de R$ 81 milhões com o governo, dos quais mais de R$ 46 milhões já foram pagos.Lulinha já é alvo de outras duas investigações no Supremo por suspeitas de tráfico de influência e favorecimento de interesses privados em órgãos federais. Os dois pedidos estão sob a relatoria do ministro André Mendonça, que também cuida das investigações relacionadas ao esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).Na última quinta-feira (30), Mendonça autorizou a abertura do primeiro inquérito para apurar a suspeita de tráfico de influência por Lulinha em negociações envolvendo a autorização da comercialização de Cannabis medicinal em contrato ligado ao Ministério da Saúde. O segundo inquérito, autorizado na sexta-feira (31), investiga a relação entre Lulinha e Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", na tentativa de buscar contratos junto à Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev).A defesa nega irregularidades, afirma confiar na condução de Dino e pede que ele seja ouvido formalmente. Os advogados sustentam que vão aproveitar a investigação para esclarecer eventuais dúvidas sobre a condução profissional de Lulinha.Além disso, a defesa cobrou providências contra o que classifica como vazamentos seletivos e criminosos de informações da investigação, alegando instrumentalização para fins político-eleitorais. Contudo, reconheceram os esforços da direção-geral da corporação para preservar sua autonomia e independência.
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Dino autoriza terceiro inquérito contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência
14:31 04.08.2026 (atualizado: 18:50 04.08.2026) Filho do presidente é alvo de dois outros inquéritos que investigam tráfico de influência; Dino foi sorteado como relator do terceiro pedido de inquérito.
O ministro
Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a
abertura de um terceiro inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A PF apura um possível tráfico de influência de Lulinha para facilitar contratos do governo federal em favor da empresa de tecnologia 3Structure. A companhia mantém contratos de R$ 81 milhões com o governo, dos quais mais de R$ 46 milhões já foram pagos.
Lulinha já é alvo de
outras duas investigações no Supremo por suspeitas de tráfico de influência e favorecimento de interesses privados em órgãos federais. Os dois pedidos estão
sob a relatoria do ministro André Mendonça, que também cuida das investigações relacionadas ao esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Na última quinta-feira (30),
Mendonça autorizou a abertura do primeiro inquérito para apurar a suspeita de tráfico de influência por Lulinha em negociações envolvendo a autorização da comercialização de Cannabis medicinal em contrato ligado ao Ministério da Saúde. O segundo inquérito, autorizado na sexta-feira (31), investiga a relação entre Lulinha e Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", na tentativa de buscar contratos junto à Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev).
A defesa nega irregularidades, afirma confiar na condução de Dino e pede que ele seja ouvido formalmente. Os advogados sustentam que vão aproveitar a investigação para esclarecer eventuais dúvidas sobre a condução profissional de Lulinha.
Além disso, a defesa cobrou providências contra o que classifica como vazamentos seletivos e criminosos de informações da investigação, alegando instrumentalização para fins político-eleitorais. Contudo, reconheceram os esforços da direção-geral da corporação para preservar sua autonomia e independência.
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