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A 2 meses das urnas, como andam o calendário eleitoral e o termômetro nos estados?
A 2 meses das urnas, como andam o calendário eleitoral e o termômetro nos estados?
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Faltando exatamente dois meses para o primeiro turno das eleições gerais, marcado para 4 de outubro, o processo político entra em sua reta decisiva. 04.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-04T15:00-0300
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Jabuticaba Sem Caroço #971
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O momento exige atenção redobrada de eleitores, partidos e imprensa com as regras e prazos do calendário eleitoral. O ritmo se intensifica com o encerramento do prazo para as convenções partidárias, em 5 de agosto, etapa fundamental para oficializar as candidaturas. Logo depois, até o dia 15 de agosto, as legendas devem realizar o registro formal dos nomes escolhidos na Justiça Eleitoral. É nesse cenário de bastidores quentes que o debate público volta os olhos para os dez estados mais populosos do país: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Pará e Santa Catarina. Juntas, essas unidades da federação concentram impressionantes 75% de todo o eleitorado nacional. A disputa nesses colégios eleitorais estratégicos não define apenas os futuros governadores, mas funciona como um poderoso termômetro e vetor de influência para a corrida à Presidência da República. Afinal, quem lidera as pesquisas mais recentes nesses territórios-chave e como essas correlações de força podem redesenhar o mapa do poder em Brasília? Para comentar o termômetro político, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Priscila Lapa, doutora em ciência política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Paulo Roberto de Souza, cientista político, professor de pós-graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e pesquisador e coordenador de parcerias do Instituto Democracia em Xeque. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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Faltando exatamente dois meses para o primeiro turno das eleições gerais, marcado para 4 de outubro, o processo político entra em sua reta decisiva.
O momento exige atenção redobrada de eleitores, partidos e imprensa com as regras e prazos do calendário eleitoral. O ritmo se intensifica com o encerramento do prazo para as convenções partidárias, em 5 de agosto, etapa fundamental para oficializar as candidaturas. Logo depois, até o dia 15 de agosto, as legendas devem realizar o registro formal dos nomes escolhidos na Justiça Eleitoral. É nesse cenário de bastidores quentes que o debate público volta os olhos para os dez estados mais populosos do país: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Pará e Santa Catarina. Juntas, essas unidades da federação concentram impressionantes 75% de todo o eleitorado nacional. A disputa nesses colégios eleitorais estratégicos não define apenas os futuros governadores, mas funciona como um poderoso termômetro e vetor de influência para a corrida à Presidência da República. Afinal, quem lidera as pesquisas mais recentes nesses territórios-chave e como essas correlações de força podem redesenhar o mapa do poder em Brasília? Para comentar o termômetro político, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Priscila Lapa, doutora em ciência política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Paulo Roberto de Souza, cientista político, professor de pós-graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e pesquisador e coordenador de parcerias do Instituto Democracia em Xeque. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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