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Flávio Bolsonaro diz que Eduardo 'merece ser reconhecido pela coragem' e culpa Lula pelo tarifaço
Flávio Bolsonaro diz que Eduardo 'merece ser reconhecido pela coragem' e culpa Lula pelo tarifaço
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O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, saiu em defesa do irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nesta quarta-feira (6) ao... 06.08.2026, Sputnik Brasil
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Durante participação no podcast Market Makers, o senador afirmou que o irmão nunca atuou para incentivar a adoção das tarifas e atribuiu a medida à condução da política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).Segundo Flávio, Eduardo mantém atuação nos Estados Unidos para denunciar supostos abusos cometidos contra a oposição brasileira e não participou das discussões sobre a adoção de barreiras comerciais contra o Brasil.Na avaliação do senador, o governo Lula criou as condições para o agravamento da relação entre Brasília e Washington ao adotar posições críticas aos Estados Unidos e ao presidente Donald Trump."O Lula cavou esse pênalti com força. Cansou de xingar o Trump, de fazer ofensas aos Estados Unidos e de ameaçar substituir o dólar como moeda de referência no comércio internacional. Esse sentimento antiamericano prejudicou o Brasil, as empresas brasileiras e os produtos brasileiros", declarou.Ao ampliar as críticas ao governo, o senador afirmou que as dificuldades comerciais do Brasil não se restringem à relação com os Estados Unidos. Segundo ele, o país perdeu espaço no mercado europeu por não cumprir exigências sanitárias para a exportação de proteínas e também passou a enfrentar novas barreiras na China.O senador também afirmou que o governo deteriorou relações com outros países da região, incluindo o Paraguai, e atribuiu esse cenário à condução da política externa do presidente. Para Flávio, esses episódios refletem um cenário de isolamento do Brasil.Lobista dos EUANa data em que a Casa Branca anunciou a tarifa de importação de 25% sobre diversos produtos brasileiros, Flávio já havia culpado Lula pela situação. Contudo, um dia antes de o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) sugerir o percentual como retaliação a práticas consideradas desleais às empresas norte-americanas, a exemplo do Pix, o senador havia se encontrado com Trump na Casa Branca e, na sequência, com Rubio.O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT), reagiu e lembrou os escândalos recentes envolvendo o candidato. "As declarações de Flávio Bolsonaro culpando o presidente Lula pelo tarifaço só revelam o seu desespero com o escândalo do Banco Master e suas ligações com Daniel Vorcaro e com Sicário [Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como capanga do banqueiro]", disse na ocasião.
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Flávio Bolsonaro diz que Eduardo 'merece ser reconhecido pela coragem' e culpa Lula pelo tarifaço
18:19 06.08.2026 (atualizado: 18:50 06.08.2026) O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, saiu em defesa do irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nesta quarta-feira (6) ao comentar o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros nas últimas semanas.
Durante participação no podcast Market Makers, o senador afirmou que
o irmão nunca atuou para incentivar a adoção das tarifas e atribuiu a medida à condução da política externa do governo
Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Flávio, Eduardo mantém atuação nos Estados Unidos para
denunciar supostos abusos cometidos contra a oposição brasileira e não participou das discussões sobre a adoção de barreiras comerciais contra o Brasil.
"Eduardo nunca pediu tarifação de nada. Ele está lá fora e continua denunciando os abusos que estão acontecendo aqui no Brasil. Algum dia a história ainda vai mostrar que ele merece ser reconhecido pela coragem que está tendo de abrir mão da sua vida aqui e de um mandato para defender a liberdade dos brasileiros", afirmou.
Na avaliação do senador, o governo Lula criou as condições para o agravamento da relação entre Brasília e Washington ao adotar posições críticas aos Estados Unidos e ao presidente Donald Trump.
"O Lula cavou esse pênalti com força. Cansou de xingar o Trump, de fazer ofensas aos Estados Unidos e de ameaçar substituir o dólar como moeda de referência no comércio internacional. Esse sentimento antiamericano prejudicou o Brasil, as empresas brasileiras e os produtos brasileiros", declarou.
Ao ampliar as críticas ao governo, o senador afirmou que as dificuldades comerciais do Brasil não se restringem à relação com os Estados Unidos. Segundo ele, o país perdeu espaço no mercado europeu por não cumprir
exigências sanitárias para a exportação de proteínas e também passou a enfrentar novas barreiras na China.
"Na sequência vem a China. Eu não sei se a gente já começou a entrar em vigor sobre a taxa de 55%, sobre a cota que exceder 1 milhão e 100 mil toneladas de carne que é exportada do Brasil para lá. Quando ultrapassou a cota, já aumenta mais 55% de impostos", disse.
O senador também afirmou que o governo deteriorou relações com outros países da região, incluindo o Paraguai, e atribuiu esse cenário à condução da política externa do presidente. Para Flávio, esses episódios refletem um cenário de isolamento do Brasil.
Na data em que a Casa Branca anunciou a tarifa de importação de 25% sobre diversos produtos brasileiros, Flávio já havia culpado Lula pela situação. Contudo, um dia antes de o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) sugerir o percentual como retaliação a práticas consideradas desleais às empresas norte-americanas, a exemplo do Pix, o senador havia se encontrado com Trump na Casa Branca e, na sequência, com Rubio.
O ministro da
Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT), reagiu e lembrou os
escândalos recentes envolvendo o candidato. "As declarações de Flávio Bolsonaro culpando o presidente Lula pelo tarifaço só revelam o seu desespero com o escândalo do Banco Master e suas ligações com Daniel Vorcaro e com Sicário [Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como capanga do banqueiro]", disse na ocasião.
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