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China muda regras do poder no Pacífico com estratégia própria para porta-aviões, diz mídia

© AP Photo / Guang NiuOficiais da Marinha chinesa participam em um desfile de frota internacional na comemoração do 60º aniversário da fundação da Marinha do Exército de Libertação Popular da China, 23 de abril de 2009, em Qingdao, província de Shandong, China.
Oficiais da Marinha chinesa participam em um desfile de frota internacional na comemoração do 60º aniversário da fundação da Marinha do Exército de Libertação Popular da China, 23 de abril de 2009, em Qingdao, província de Shandong, China.  - Sputnik Brasil, 1920, 13.08.2026
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A China elaborou uma estratégia distinta para porta-aviões, concebida especificamente para desafiar a supremacia da Marinha dos Estados Unidos no Pacífico, escreveu uma revista estadunidense.
A revista salienta que a China está construindo sua força de porta-aviões em torno de uma estratégia regional integrada ao sistema, em vez de copiar o modelo dos EUA de grupos de ataque globais.

"Os objetivos estratégicos, as missões e os desafios operacionais da China são fundamentalmente diferentes dos enfrentados pelos Estados Unidos, o que significa que Pequim provavelmente desenvolverá suas próprias soluções", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, a China transformou sua proximidade geográfica com os principais teatros marítimos em uma vantagem estratégica, apoiando seus porta-aviões com uma rede incomparável de mísseis terrestres, aeronaves, satélites e forças de foguetes.
Diferentemente do modelo norte-americano de grupos de ataque globais autossuficientes, os porta-aviões chineses operam dentro de uma arquitetura regional em camadas, na qual os ativos terrestres compartilham a carga de combate.
A fragata de vigilância da Marinha Francesa Prairial (F731), no topo, e o navio patrulha da Guarda Costeira Filipina BRP Capones (MRRV-4404) conduzem um exercício de passagem (PASSEX) nas águas do mar do Sul da China - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2026
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Conforme acrescenta a reportagem, o Pentágono projeta que haja nove porta-aviões chineses até 2035, e Pequim está construindo uma frota que aproveita o apoio regional para superar adversários próximos.
Observa-se que o porta‑aviões Fujian, comissionado em novembro de 2025 como o primeiro superporta-aviões de fato da China, está se aproximando da plena capacidade operacional e está pronto para dominar as águas contestadas.
Dessa forma, o artigo conclui que a China não está imitando a doutrina dos porta-aviões dos EUA — está elaborando uma estratégia superior e integrada, feita sob medida para a supremacia no Pacífico.
Anteriormente, um veículo da mídia ocidental havia informado que o grupo de ataque do porta-aviões Liaoning, da China, amplia o alcance operacional da Marinha do país em águas distantes.
As operações envolvendo o porta-aviões Liaoning e sua força-tarefa contribuem para o avanço do treinamento de combate em águas distantes e desenvolvem capacidades de combate integradas e de longo alcance, podendo influenciar o futuro equilíbrio de poder na região da Ásia-Pacífico.
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