https://noticiabrasil.net.br/20260813/eua-ameacam-realizar-ataques-terrestres-contra-narcotrafico-na-america-latina-apos-acoes-no-mar-53188205.html
EUA ameaçam realizar novos ataques terrestres contra narcotráfico na América Latina
EUA ameaçam realizar novos ataques terrestres contra narcotráfico na América Latina
Sputnik Brasil
Quase dois meses após classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, os Estados Unidos avaliam... 13.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-13T21:02-0300
2026-08-13T21:02-0300
2026-08-13T21:47-0300
panorama internacional
américas
pete hegseth
estados unidos
américa latina
comando vermelho (cv)
primeiro comando da capital (pcc)
eua
ataques
ofensiva terrestre
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e9/06/14/40601495_0:98:2951:1758_1920x0_80_0_0_86b62450ada9f90e39845b104da0794f.jpg
A possibilidade foi admitida pelo secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth, ao afirmar que Washington poderia levar para o território terrestre dos países da região a estratégia já utilizada contra supostas embarcações de traficantes. Desde setembro do ano passado, essas operações deixaram pelo menos 215 mortos.A declaração ocorreu durante exercícios militares realizados no Panamá com participação de cerca de 20 países, e amplia o alcance anunciado para a campanha militar dos Estados Unidos contra organizações ligadas ao tráfico de drogas. Segundo Hegseth, os grupos poderão ser considerados alvos independentemente de onde estejam, caso trafiquem drogas ou representem uma ameaça aos Estados Unidos e seus aliados.O secretário do governo do presidente Donald Trump afirmou que a estratégia na região será a mesma utilizada contra grupos como Al-Qaeda e Daesh (organizações terroristas proibidas na Rússia e em vários outros países).Para além da coalização antidrogasO anúncio ocorre dias após a Colômbia integrar, nesta semana, a Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis, aliança antidrogas liderada por Washington que reúne 19 países, como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Honduras e Peru. Já México e Brasil ficaram de fora. Porém, o secretário norte-americano afirmou que a atuação de Washington não vai depender da adesão ou não à aliança e pode se estender para outras localidades latino-americanas.A ampliação da campanha ocorre em meio à rotulação mais frequente, pela Casa Branca, de grupos ligados ao narcotráfico como organizações terroristas. Em junho, foi a vez das facções brasileiras CV e PCC ganharem a designação, mesmo com as críticas do Brasil de interferência na soberania nacional.Hegseth também defendeu que os Estados Unidos utilizem sua estrutura militar e de segurança contra os grupos, em vez de submetê-los aos mecanismos convencionais de persecução criminal.
https://noticiabrasil.net.br/20260709/soberania-inegociavel-por-que-brasil-resiste-a-influencia-dos-eua-na-america-latina-52092886.html
estados unidos
américa latina
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e9/06/14/40601495_220:0:2951:2048_1920x0_80_0_0_99e5b481107eabf24993ea10d9faae48.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
américas, pete hegseth, estados unidos, américa latina, comando vermelho (cv), primeiro comando da capital (pcc), eua, ataques, ofensiva terrestre, operação terrestre, narcotráfico, traficantes, tráfico de drogas
américas, pete hegseth, estados unidos, américa latina, comando vermelho (cv), primeiro comando da capital (pcc), eua, ataques, ofensiva terrestre, operação terrestre, narcotráfico, traficantes, tráfico de drogas
EUA ameaçam realizar novos ataques terrestres contra narcotráfico na América Latina
21:02 13.08.2026 (atualizado: 21:47 13.08.2026) Quase dois meses após classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, os Estados Unidos avaliam ampliar sua campanha contra o narcotráfico na América Latina para operações terrestres.
A possibilidade foi admitida pelo
secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth, ao afirmar que Washington poderia
levar para o território terrestre dos países da região a estratégia já utilizada contra supostas embarcações de traficantes. Desde setembro do ano passado,
essas operações deixaram pelo menos 215 mortos.
"Será o mesmo efeito em terra. Por isso, estamos trabalhando com Equador, Colômbia e outros parceiros para levar a luta às DTOs [sigla em inglês para organizações de tráfico de drogas] em terra."
A declaração ocorreu durante exercícios militares realizados no Panamá com participação de cerca de 20 países, e amplia o alcance anunciado para a campanha militar dos Estados Unidos contra organizações ligadas ao tráfico de drogas. Segundo Hegseth, os grupos poderão ser considerados alvos independentemente de onde estejam, caso trafiquem drogas ou representem uma
ameaça aos Estados Unidos e seus aliados.O secretário do governo do presidente Donald Trump afirmou que a estratégia na região será a mesma utilizada contra grupos como Al-Qaeda e Daesh (organizações terroristas proibidas na Rússia e em vários outros países).
Para além da coalização antidrogas
O anúncio ocorre dias após a Colômbia integrar, nesta semana, a
Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis, aliança antidrogas liderada por Washington que reúne 19 países, como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Honduras e Peru. Já México e Brasil ficaram de fora. Porém, o secretário norte-americano afirmou que
a atuação de Washington não vai depender da adesão ou não à aliança e pode se estender para outras localidades latino-americanas.
A ampliação da campanha ocorre em meio à rotulação mais frequente, pela Casa Branca, de grupos ligados ao narcotráfico como organizações terroristas. Em junho, foi a vez das facções brasileiras CV e PCC ganharem a designação, mesmo com as
críticas do Brasil de interferência na soberania nacional.Hegseth também defendeu que os Estados Unidos utilizem sua estrutura militar e de segurança contra os grupos, em vez de submetê-los aos mecanismos convencionais de persecução criminal.
"Não vamos submetê-los a um processo judicial, após o qual sabemos que serão liberados. Vamos destruir essas redes com todas as capacidades do governo americano."
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).