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Operação militar especial russa
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Pressão russa sobre Ucrânia é comparável a uma explosão nuclear, aponta ex-analista da CIA

© Sputnik / Sergei BobylevSoldados de uma peça de artilharia autopropulsada Pion do 20º Exército Combinado da Guarda do agrupamento de tropas russo Zapad (Oeste) estão disparando contra as posições das Forças Armadas da Ucrânia na zona da operação militar especial.
Soldados de uma peça de artilharia autopropulsada Pion do 20º Exército Combinado da Guarda do agrupamento de tropas russo Zapad (Oeste) estão disparando contra as posições das Forças Armadas da Ucrânia na zona da operação militar especial. - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2026
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A Rússia intensificou significativamente sua pressão econômica e militar sobre a Ucrânia, afirmou o ex-analista da Agência Central de Inteligência (CIA) Larry Johnson no YouTube.
Johnson elaborou que a intensidade das ações da Rússia contra a Ucrânia é comparável a uma explosão nuclear.
"A Rússia intensificou o bloqueio dos portos de Odessa e Nikolaev, que são de importância crítica para o país. Com isso, impediu que a Ucrânia tivesse acesso ao mar e às importações de armamentos e outros produtos essenciais para sua indústria", ressaltou.
Segundo o analista, a Rússia não apenas intensificou a pressão econômica sobre a Ucrânia. Em termos de intensidade, não se trata mais de um pequeno incêndio, mas de uma explosão nuclear.
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Essa é a exata magnitude da pressão que está sendo exercida sobre a Ucrânia. No terreno militar, há ataques com mísseis contra Kiev, contra as principais instalações logísticas e industriais e contra unidades ucranianas em toda a linha de frente, observou.
Ao mesmo tempo, ele destacou que a Rússia pode continuar intensificando os ataques na linha de contato e nas regiões da retaguarda ucraniana.
Os russos são capazes de mobilizar mais recursos. Por isso, o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, pode ser forçado a deixar Kiev e transferir a capital para Lvov.
Na terça-feira (18), o Ministério da Defesa russo relatou que as forças de Kiev perderam mais de 1.445 soldados e equipamentos militares em diferentes frentes. Segundo o comunicado, foram realizados ataques a depósitos de combustível de uso militar em Odessa e a libertação de povoados na República Popular de Donetsk.
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