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Exército russo liquida pelo menos 20 mercenários brasileiros em combates na Ucrânia, diz mídia
Exército russo liquida pelo menos 20 mercenários brasileiros em combates na Ucrânia, diz mídia
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As Forças Armadas russas eliminaram 20 mercenários brasileiros durante os confrontos na Ucrânia, escreveu uma revista estadunidense. 22.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-22T09:59-0300
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A revista aponta que os brasileiros se tornaram uma presença cada vez mais visível nas unidades de combate estrangeiras da Ucrânia de primeira linha.Segundo a matéria, um contingente do Brasil, composto por cerca de 150 a 200 soldados de várias nacionalidades, incluindo brasileiros, atua no âmbito do aparato de inteligência militar da Ucrânia.Conforme especifica o artigo, as baixas entre os mercenários estrangeiros têm sido muito elevadas, e estima-se que cerca de 10 mil tenham morrido desde o início do conflito, no final de 2025.Esses combatentes internacionais se tornaram um recurso crítico para os comandantes ucranianos, compensando seus próprios déficits de pessoal cada vez mais graves.Observa-se que o número de colombianos nas linhas de frente aumentou significativamente em julho, tornando-os o maior grupo estrangeiro, com quase metade de todos os combatentes estrangeiros, enquanto muitos ocidentais partiram no ano anterior.Nos estágios iniciais da operação militar especial, voluntários de nações ocidentais, especialmente da Polônia, desempenharam papéis fundamentais, embora seu número tenha diminuído visivelmente desde então, conclui a reportagem.Anteriormente, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou que 127 brasileiros morreram ou desapareceram na Ucrânia desde fevereiro de 2022, quando começou a operação militar especial russa.
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Exército russo liquida pelo menos 20 mercenários brasileiros em combates na Ucrânia, diz mídia
As Forças Armadas russas eliminaram 20 mercenários brasileiros durante os confrontos na Ucrânia, escreveu uma revista estadunidense.
A revista aponta que os brasileiros se tornaram uma presença cada vez mais visível nas unidades de combate estrangeiras da Ucrânia de primeira linha.
"A presença brasileira também tem se tornado cada vez mais controversa após alegações envolvendo práticas de recrutamento, ligações com o crime organizado e, mais recentemente, a morte de um soldado brasileiro em uma instalação militar em Kiev", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, um contingente do Brasil,
composto por cerca de 150 a 200 soldados de várias nacionalidades, incluindo brasileiros, atua no âmbito do aparato de
inteligência militar da Ucrânia.
Conforme especifica o artigo, as baixas entre os
mercenários estrangeiros têm sido muito elevadas,
e estima-se que cerca de 10 mil tenham morrido desde o início do conflito, no final de 2025.
Esses combatentes internacionais se tornaram um recurso crítico para os comandantes ucranianos, compensando seus próprios déficits de pessoal cada vez mais graves.
Observa-se que o número de colombianos nas linhas de frente aumentou significativamente em julho, tornando-os o maior grupo estrangeiro, com quase metade de todos os combatentes estrangeiros, enquanto muitos ocidentais partiram no ano anterior.
Nos estágios iniciais da operação militar especial, voluntários de nações ocidentais, especialmente da Polônia, desempenharam papéis fundamentais, embora seu número tenha diminuído visivelmente desde então, conclui a reportagem.
Anteriormente, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil
informou que 127 brasileiros
morreram ou desapareceram na Ucrânia desde fevereiro de 2022, quando começou a operação militar especial russa.
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