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Mídia: Pyongyang amplia poder naval e pressiona Washington com novo destróier com capacidade nuclear
Mídia: Pyongyang amplia poder naval e pressiona Washington com novo destróier com capacidade nuclear
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Kim Jong-un elevou a pressão sobre os EUA ao incorporar um novo destróier com capacidade nuclear e criticar exercícios militares trilaterais de EUA, Coreia do... 07.09.2026, Sputnik Brasil
2026-09-07T06:03-0300
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O líder da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Kim Jong-un, elevou a pressão sobre os EUA ao rejeitar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reduzir um grande exercício militar e, simultaneamente, avançar na modernização naval norte‑coreana.O líder norte‑coreano participou da cerimônia de comissionamento do destróier Kang Kon, acompanhado de sua filha adolescente, apontada pela inteligência sul‑coreana como possível herdeira de Kim. Imagens oficiais mostraram ambos inspecionando o navio, reforçando a mensagem política de continuidade e poder militar.A Coreia do Norte incorpora seu segundo destróier da classe Choe Hyon. O Kang Kon entrou oficialmente em serviço em 6 de setembro em Wonsan, com a presença pessoal de Kim Jong-un na cerimônia de incorporaçãoO Kang Kon e o Choe Hyon, incorporado em junho, são destróieres de 5.000 toneladas equipados com mísseis de capacidade nuclear, tornando‑se os navios mais avançados da frota norte‑coreana. Para Kim, essas incorporações ampliam a capacidade de dissuasão e aumentam o temor entre adversários.Em seu discurso, Kim afirmou que a diversificação da dissuasão nuclear marítima fortalece a posição estratégica do país e exige operações mais eficazes dos sistemas de combate nuclear. Ele defendeu a intensificação das atividades militares para consolidar a defesa marítima e a prevenção de conflitos.Enquanto isso, EUA, Coreia do Sul e Japão iniciaram o exercício Freedom Edge (Limite da Liberdade), de cinco dias, próximo à ilha de Jeju. Seul classificou as manobras como defensivas, voltadas para responder às ameaças nucleares de Pyongyang, mas o vizinho do Norte as vê como demonstração de confronto.A chancelaria norte‑coreana acusou Washington de adotar uma postura mais agressiva, citando tanto o Freedom Edge quanto declarações norte-americanas sobre desnuclearização do país mesmo após Trump ordenar a redução do exercício Ulchi Freedom Shield (Escudo da Liberdade Ulchi), gesto que buscava agradar a Kim — considerado insuficiente por Pyongyang.Kim Yo-jong, irmã do líder, rejeitou a aproximação de Trump, afirmando que encurtar exercícios não altera sua natureza provocativa. Em resposta, o Norte lançou cerca de dez mísseis balísticos de curto alcance, cumprindo a promessa de retaliar as manobras conjuntas.Ainda segundo a apuração, Kim Jong-un reiterou que só retomará negociações se os EUA abandonarem sua "política hostil" e reconhecerem o status nuclear do país.
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Mídia: Pyongyang amplia poder naval e pressiona Washington com novo destróier com capacidade nuclear
Kim Jong-un elevou a pressão sobre os EUA ao incorporar um novo destróier com capacidade nuclear e criticar exercícios militares trilaterais de EUA, Coreia do Sul e Japão, que considera provocativos.
O líder da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Kim Jong-un,
elevou a pressão sobre os EUA ao rejeitar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reduzir um grande exercício militar e, simultaneamente,
avançar na modernização naval norte‑coreana.
De acordo com a mídia norte-americana, a incorporação de um novo destróier às forças norte-coreanas coincidiu com o início de manobras trilaterais entre EUA, Coreia do Sul e Japão, que Pyongyang considera uma ameaça direta.
O líder norte‑coreano
participou da cerimônia de comissionamento do destróier Kang Kon, acompanhado de sua filha adolescente,
apontada pela inteligência sul‑coreana como possível herdeira de Kim. Imagens oficiais mostraram ambos inspecionando o navio, reforçando a mensagem política de continuidade e poder militar.
A Coreia do Norte incorpora seu segundo destróier da classe Choe Hyon. O Kang Kon entrou oficialmente em serviço em 6 de setembro em Wonsan, com a presença pessoal de Kim Jong-un na cerimônia de incorporação
O Kang Kon e o Choe Hyon, incorporado em junho,
são destróieres de 5.000 toneladas equipados com mísseis de capacidade nuclear, tornando‑se os navios mais avançados da
frota norte‑coreana. Para Kim, essas incorporações ampliam a capacidade de dissuasão e aumentam o temor entre adversários.
Em seu discurso, Kim afirmou que a diversificação da dissuasão nuclear marítima fortalece a posição estratégica do país e
exige operações mais eficazes dos sistemas de combate nuclear. Ele defendeu a intensificação das atividades militares para consolidar a defesa marítima e a
prevenção de conflitos.
Enquanto isso, EUA, Coreia do Sul e Japão iniciaram o exercício Freedom Edge (Limite da Liberdade), de cinco dias, próximo à ilha de Jeju. Seul classificou as manobras como defensivas, voltadas para responder às ameaças nucleares de Pyongyang, mas o vizinho do Norte as vê como demonstração de confronto.
A chancelaria norte‑coreana acusou Washington de adotar uma
postura mais agressiva, citando tanto o Freedom Edge quanto declarações norte-americanas sobre desnuclearização do país mesmo após Trump ordenar a redução do exercício Ulchi Freedom Shield (Escudo da Liberdade Ulchi),
gesto que buscava agradar a Kim —
considerado insuficiente por Pyongyang.
Kim Yo-jong, irmã do líder, rejeitou a aproximação de Trump, afirmando que
encurtar exercícios não altera sua natureza provocativa. Em resposta, o Norte
lançou cerca de dez mísseis balísticos de curto alcance, cumprindo a promessa de retaliar as manobras conjuntas.
Ainda segundo a apuração, Kim Jong-un reiterou que só retomará negociações se os EUA abandonarem sua "política hostil" e reconhecerem o status nuclear do país.
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