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Procurador-geral da Ucrânia renuncia após escândalo de golpes telefônicos
Procurador-geral da Ucrânia renuncia após escândalo de golpes telefônicos
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O procurador-geral da Ucrânia, Ruslan Kravchenko, apresentou nesta segunda-feira (7) sua renúncia após o escândalo envolvendo golpes telefônicos, informou a... 07.09.2026, Sputnik Brasil
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Em 4 de setembro, o Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia anunciou uma operação para desmantelar uma quadrilha liderada por altos funcionários da Procuradoria-Geral e ligada a centrais de chamadas fraudulentas. Já no último sábado (5), a Procuradoria Especializada Anticorrupção publicou informações sobre buscas realizadas no escritório do procurador-geral e divulgou uma foto de um cofre cheio de maços de dinheiro. Kravchenko havia declarado anteriormente que não renunciaria apesar do escândalo.Mais cedo, o procurador-geral informou que havia sido convocado para comparecer ao Parlamento na terça-feira (8) para prestar esclarecimentos sobre a investigação sobre as centrais de golpes.Segundo relatos da imprensa, cerca de 2 mil centrais de chamadas fraudulentas foram realizadas pelo esquema na Ucrânia, sendo metade delas sob controle de altos funcionários do governo.A mídia local revelou que o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) seria responsável por cobrar cotas dos administradores das centrais fraudulentas, e cada uma delas pagaria cerca de US$ 20 mil (R$ 102,5 mil) por mês.Segundo a publicação, funcionários do SBU, do serviço de inteligência do Ministério da Defesa, da Polícia Nacional, da Procuradoria, do Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras e de outras instituições estariam envolvidos no esquema.
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Procurador-geral da Ucrânia renuncia após escândalo de golpes telefônicos
O procurador-geral da Ucrânia, Ruslan Kravchenko, apresentou nesta segunda-feira (7) sua renúncia após o escândalo envolvendo golpes telefônicos, informou a publicação local Strana.ua.
Em 4 de setembro, o
Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia anunciou uma operação para desmantelar uma
quadrilha liderada por altos funcionários da Procuradoria-Geral e ligada a centrais de chamadas fraudulentas.
Já no último sábado (5), a Procuradoria Especializada Anticorrupção publicou informações sobre buscas realizadas no escritório do procurador-geral e divulgou uma foto de um cofre cheio de maços de dinheiro. Kravchenko havia declarado anteriormente que não renunciaria apesar do escândalo.
Mais cedo, o procurador-geral informou que havia sido convocado para comparecer ao Parlamento na terça-feira (8) para prestar esclarecimentos sobre a investigação sobre as centrais de golpes.
Segundo relatos da imprensa,
cerca de 2 mil centrais de chamadas fraudulentas foram realizadas pelo esquema na Ucrânia, sendo metade delas sob controle de
altos funcionários do governo.
A mídia local revelou que o
Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) seria responsável por cobrar cotas dos administradores das centrais fraudulentas, e cada uma delas pagaria
cerca de US$ 20 mil (R$ 102,5 mil) por mês.
Segundo a publicação, funcionários do SBU, do serviço de inteligência do Ministério da Defesa, da Polícia Nacional, da Procuradoria, do Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras e de outras instituições estariam envolvidos no esquema.
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