https://noticiabrasil.net.br/20260911/anthropic-acusa-houthis-de-usarem-ia-claude-para-desenvolver-misseis-teleguiados-54056486.html
Anthropic acusa houthis de usarem IA Claude para desenvolver mísseis teleguiados
Anthropic acusa houthis de usarem IA Claude para desenvolver mísseis teleguiados
Sputnik Brasil
Empresa afirma que grupo recorreu à IA para desenvolver sistemas de orientação de foguetes e mísseis, mas não conseguiu produzir uma arma operacional. 11.09.2026, Sputnik Brasil
2026-09-11T22:05-0300
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O grupo iemenita Ansar Allah, como são conhecidos os houthis, utilizou a inteligência artificial Claude, da empresa americana Anthropic, para tentar desenvolver sistemas de armas, segundo relatório divulgado pela companhia na quinta-feira (10). A Anthropic identificou três projetos militares nos quais a ferramenta teria sido empregada.Entre os projetos estavam um foguete guiado, um míssil balístico com alcance superior a 2 mil quilômetros e um projétil equipado com um planador hipersônico. Segundo a empresa, não há evidências de que o grupo tenha conseguido produzir uma arma operacional, embora os integrantes tenham realizado um teste com um foguete guiado, que fracassou. Após o lançamento, eles voltaram a utilizar o Claude para tentar identificar as causas da falha.De acordo com a Anthropic, os usuários utilizaram o Claude "no lugar de engenheiros de software humanos", atribuindo diferentes funções às instâncias da ferramenta para desenvolver softwares de orientação, navegação e controle de voo. Um dos projetos envolvia um sistema capaz de ajustar automaticamente a trajetória de um foguete durante o voo.A empresa afirmou que seus mecanismos de segurança bloquearam muitos dos pedidos, mas alguns conseguiram passar pelos filtros. Os operadores teriam tentado contornar as salvaguardas ocultando os objetivos finais dos projetos e dividindo o trabalho em diferentes sessões, de modo que nenhuma conversa isolada revelasse a finalidade completa da operação.A Anthropic informou que baniu as contas utilizadas na operação e compartilhou informações sobre a ameaça com parceiros dos setores público e privado para tentar reduzir os riscos associados aos envolvidos. A empresa também informou que está investigando os incidentes e contratou uma organização independente para revisar os casos.
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Anthropic acusa houthis de usarem IA Claude para desenvolver mísseis teleguiados
22:05 11.09.2026 (atualizado: 05:04 12.09.2026) Empresa afirma que grupo recorreu à IA para desenvolver sistemas de orientação de foguetes e mísseis, mas não conseguiu produzir uma arma operacional.
O grupo iemenita Ansar Allah, como são
conhecidos os houthis, utilizou a inteligência artificial Claude, da empresa americana Anthropic,
para tentar desenvolver sistemas de armas, segundo relatório divulgado pela companhia na quinta-feira (10). A Anthropic identificou
três projetos militares nos quais a ferramenta teria sido empregada.
Entre os projetos estavam um
foguete guiado, um míssil balístico com alcance superior a 2 mil quilômetros e um projétil equipado com um planador hipersônico. Segundo a empresa, não há evidências de que o grupo tenha conseguido produzir uma arma operacional, embora os integrantes tenham realizado um teste com um foguete guiado, que fracassou. Após o lançamento, eles voltaram a
utilizar o Claude para tentar identificar as causas da falha.
De acordo com a Anthropic, os usuários utilizaram o Claude "no lugar de engenheiros de software humanos", atribuindo diferentes funções às instâncias da ferramenta para desenvolver softwares de orientação, navegação e controle de voo. Um dos projetos envolvia um sistema capaz de ajustar automaticamente a trajetória de um foguete durante o voo.
A empresa afirmou que seus mecanismos de segurança bloquearam muitos dos pedidos, mas alguns conseguiram passar pelos filtros. Os operadores teriam tentado contornar as salvaguardas ocultando os objetivos finais dos projetos e dividindo o trabalho em diferentes sessões, de modo que nenhuma conversa isolada revelasse a finalidade completa da operação.
A Anthropic informou que baniu as contas utilizadas na operação e compartilhou informações sobre a ameaça com parceiros dos setores público e privado para tentar reduzir
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