https://noticiabrasil.net.br/20260913/54105586.html
Relatório da Polícia Civil de SP vê 'consistentes suspeitas' de desvio de verba para 'Dark Horse'
Relatório da Polícia Civil de SP vê 'consistentes suspeitas' de desvio de verba para 'Dark Horse'
Sputnik Brasil
Um relatório da Polícia Civil de São Paulo afirma que há "consistentes suspeitas" de que os recursos públicos do programa "WiFi Livre SP" tenham sido desviados... 13.09.2026, Sputnik Brasil
2026-09-13T17:28-0300
2026-09-13T17:28-0300
2026-09-13T20:46-0300
notícias do brasil
jair bolsonaro
flávio dino
são paulo
brasil
supremo tribunal federal (stf)
dark horse
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/09/0a/54004071_0:0:617:347_1920x0_80_0_0_abdfdacbd38757b2a59dcefa1fc8e6c8.jpg
O documento tornado público neste domingo (13) após decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta que o contrato envolvendo a prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), de Karina Ferreira da Gama, que também é produtora do filme, pode ter sofrido desvios. No mesmo período em que o ICB recebeu recursos da prefeitura da capital paulista para o serviço envolvendo o programa "WiFi Livre SP", outra empresa de Karina, a Go Up Entertainment, recebeu verbas públicas federais para o filme "Dark Horse". "Há consistentes suspeitas de confusão patrimonial e de que os recursos públicos do programa 'WiFi Livre SP' tenham sido desviados para custear as atividades de produção do referido filme, utilizando as contas das empresas subcontratadas e das demais organizações sociais geridas pela investigada para a lavagem dos valores desviados do erário de São Paulo", aponta o relatório.A investigação aponta, ainda, que "recursos milionários teriam sido pulverizados por meio de subcontratações suspeitas com empresas parceiras para escoamento do dinheiro público". O contrato firmado entre o ICB e a prefeitura de São Paulo custou R$ 108 milhões no total. A Polícia Civil, por sua vez, identificou vício no contrato, uma vez que, segundo o documento, a empresa de Karina recebia cerca de R$ 1.800 por ponto instalado, enquanto outras prestadoras de serviço, como Prodam, uma empresa pública municipal de tecnologia, cobrava R$ 230 de implantação e R$ 306 de manutenção mensal.
https://noticiabrasil.net.br/20260912/midia-defesa-de-flavio-tentou-4-vezes-tirar-processos-de-dark-horse-de-dino-e-passar-para-mendonca-54080829.html
são paulo
brasil
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/09/0a/54004071_34:0:582:411_1920x0_80_0_0_d426c23c4ffa70b7f838ed4706066f43.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
jair bolsonaro, flávio dino, são paulo, brasil, supremo tribunal federal (stf), dark horse
jair bolsonaro, flávio dino, são paulo, brasil, supremo tribunal federal (stf), dark horse
Relatório da Polícia Civil de SP vê 'consistentes suspeitas' de desvio de verba para 'Dark Horse'
17:28 13.09.2026 (atualizado: 20:46 13.09.2026) Um relatório da Polícia Civil de São Paulo afirma que há "consistentes suspeitas" de que os recursos públicos do programa "WiFi Livre SP" tenham sido desviados para bancar o filme "Dark Horse", que vai contar a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O documento tornado público neste domingo (13) após decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta que o contrato envolvendo a prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), de Karina Ferreira da Gama, que também é produtora do filme, pode ter sofrido desvios.
No mesmo período em que o ICB recebeu recursos da prefeitura da capital paulista para o serviço envolvendo o programa "WiFi Livre SP", outra empresa de Karina, a Go Up Entertainment, recebeu verbas públicas federais para o
filme "Dark Horse".
"Há
consistentes suspeitas de confusão patrimonial e de que os recursos públicos do programa 'WiFi Livre SP'
tenham sido desviados para custear as atividades de produção do referido filme, utilizando as contas das empresas subcontratadas e das demais organizações sociais geridas pela investigada para a lavagem dos valores desviados do erário de São Paulo", aponta o relatório.
A investigação aponta, ainda, que "recursos milionários teriam sido pulverizados por meio de subcontratações suspeitas com empresas parceiras para escoamento do dinheiro público".
O contrato firmado entre o ICB e a prefeitura de São Paulo custou R$ 108 milhões no total. A Polícia Civil, por sua vez, identificou vício no contrato, uma vez que, segundo o documento,
a empresa de Karina recebia cerca de R$ 1.800 por ponto instalado, enquanto outras prestadoras de serviço, como Prodam, uma empresa pública municipal de tecnologia, cobrava R$ 230 de implantação e R$ 306 de manutenção mensal.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).