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Nos próximos anos, EUA não poderão reabastecer reservas de mísseis esgotadas no Irã, diz mídia
Nos próximos anos, EUA não poderão reabastecer reservas de mísseis esgotadas no Irã, diz mídia
Sputnik Brasil
O complexo militar-industrial dos EUA não conseguirá reabastecer os estoques de mísseis esgotados durante o conflito com o Irã nos próximos anos, apesar da... 28.09.2026, Sputnik Brasil
2026-09-28T09:43-0300
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O jornal elabora que a maioria desses mísseis chegará tarde demais para possíveis conflitos nos próximos anos.A Lockheed Martin, por sua vez, está contratando centenas de funcionários no Arkansas para triplicar a produção de interceptores Patriot.Segundo a matéria, nos dois meses de conflito com o Irã, os Estados Unidos utilizaram mais de 1.000 mísseis Tomahawk.As Forças Armadas norte-americanas gastaram cerca de um terço de seus estoques de mísseis Tomahawk e aproximadamente metade de seus mísseis interceptores Patriot antes do início do confronto, observa o texto.Dessa forma, a reportagem conclui que, apesar de todas as tentativas do setor militar-industrial estadunidense de aumentar a produção, o déficit de mísseis permanecerá por anos.Anteriormente, um relatório analítico do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) informou que os Estados Unidos correm o risco de enfrentar uma escassez crítica de mísseis de alta precisão em futuros confrontos de grande escala devido ao esgotamento de seus arsenais durante o conflito com o Irã.O CSIS estimou que o uso intensivo de tipos essenciais de mísseis levou a uma redução significativa nos estoques, enquanto a restauração da capacidade de produção ao nível necessário pode levar vários anos.
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Nos próximos anos, EUA não poderão reabastecer reservas de mísseis esgotadas no Irã, diz mídia
O complexo militar-industrial dos EUA não conseguirá reabastecer os estoques de mísseis esgotados durante o conflito com o Irã nos próximos anos, apesar da aceleração de sua produção, escreveu um jornal estadunidense.
O jornal elabora que a maioria desses mísseis chegará tarde demais para possíveis conflitos nos próximos anos.
"Em Tucson, no Arizona, a fábrica administrada pela gigante da indústria de defesa RTX trabalha o tempo todo para aumentar a produção de mísseis Tomahawk e de outros mísseis que estão em falta para as operações dos EUA contra o Irã", ressalta a publicação.
A Lockheed Martin, por sua vez, está contratando centenas de funcionários no Arkansas para triplicar a produção de interceptores Patriot.
Segundo a matéria, nos dois meses de conflito com o Irã, os
Estados Unidos utilizaram
mais de 1.000 mísseis Tomahawk.
As Forças Armadas norte-americanas gastaram cerca de um terço de seus estoques de mísseis Tomahawk e aproximadamente metade de seus mísseis interceptores Patriot antes do início do confronto, observa o texto.
Dessa forma, a reportagem conclui que, apesar de todas as tentativas do setor militar-industrial estadunidense de aumentar a produção, o déficit de mísseis permanecerá por anos.
Anteriormente, um relatório analítico do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês)
informou que os Estados Unidos
correm o risco de enfrentar uma escassez crítica de mísseis de alta precisão em futuros confrontos de grande escala devido ao esgotamento de seus arsenais durante o conflito com o Irã.
O CSIS estimou que o uso intensivo de tipos essenciais de mísseis levou a uma redução significativa nos estoques, enquanto a restauração da capacidade de produção ao nível necessário pode levar vários anos.
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