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EUA podem ajudar Moscou em meio à crise humanitária е cerco ucraniano em Alyoshki, diz autoridade russa

© Sputnik / Ilia Pitalev / Acessar o banco de imagensFuncionários do governo russo movem carga de ajuda humanitária entregue na República Popular de Donetsk (RPD), 21 de agosto de 2022
Funcionários do governo russo movem carga de ajuda humanitária entregue na República Popular de Donetsk (RPD), 21 de agosto de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 10.10.2026
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A comissária russa dos Direitos Humanos, Yana Lantratova, afirmou nas redes sociais que o cerco imposto a Alyoshki pelas forças ucranianas precisa ser suspenso para permitir a chegada de ajuda humanitária.
A comissária russa dos Direitos Humanos, Yana Lantratova, afirmou que a situação humanitária na cidade de Alyoshki permanece crítica e defendeu o fim do que classificou como um cerco imposto pelas Forças Armadas ucranianas. Em publicação nas redes sociais, ela declarou que a medida é necessária para salvar vidas e restabelecer o acesso da população a suprimentos básicos.
Segundo Lantratova, moradores da cidade continuam sem acesso regular a alimentos, água potável e medicamentos.

"A população local continua sem acesso a alimentos, água e medicamentos. Trata-se de mulheres, crianças e idosos", destacou a comissária.

A autoridade russa informou que Moscou mantém contatos com representantes dos Estados Unidos e com a equipe da primeira-dama Melania Trump. De acordo com a comissária, há negociações em andamento para viabilizar o envio de assistência humanitária e a evacuação de pessoas que necessitam de atendimento urgente.
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Lantratova atribuiu a crise humanitária ao que chamou de "cerco artificialmente imposto" pelas forças ucranianas. Segundo ela, drones que sobrevoam constantemente as estradas e minas instaladas remotamente em vias de acesso impedem a circulação segura de civis e de carregamentos de ajuda humanitária.

A comissária afirmou que, diante das restrições de acesso, suprimentos só conseguem chegar à cidade por meios improvisados. "Tudo o que chega a Alyoshki hoje precisa ser transportado a pé ou de bicicleta por pessoas que arriscam a própria vida", disse.

Ela também alegou que um recente comboio de voluntários foi atingido por ataques ucranianos. Segundo Lantratova, os veículos exibiam a inscrição "Civis" para sinalizar sua natureza humanitária, mas foram destruídos durante a operação de entrega de suprimentos.

"Se os ucranianos cessassem os ataques e a instalação de minas nas rotas de abastecimento civil, seria possível entregar a ajuda necessária e evacuar aqueles que precisam de socorro urgente", afirmou a comissária.

Lantratova acrescentou que a Rússia continuará prestando assistência aos moradores da região "independentemente de suas convicções políticas" e declarou que "o valor de cada vida humana é incondicional".
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