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Eleição presidencial: Quais pautas são apostas dos candidatos no '2º round' do pleito de 2026?
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A uma semana do segundo turno, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tentam pautar a acirrada disputa, em que a diferença entre... 12.10.2026, Sputnik Brasil
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Até 25 de outubro, algumas pautas dos programas de governos de cada candidatura devem dominar os discursos de Lula e Bolsonaro, conheça as principais:Lula (PT)Redução da jornada de trabalhoBandeira do presidente já no primeiro turno, o presidente defende o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal sem corte salarial, tema que ganhou espaço no debate eleitoral sobre direitos trabalhistas e qualidade de vida. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais (PEC 221/2019) tramita no Senado Federal, desde 6 de outubro, após ser aprovada pela Câmara dos Deputados.Flávio Bolsonaro é contra a proposta e apoia a PEC 12/2026, do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador de sua campanha, que cria um regime de pagamento por hora trabalhada. Na campanha, o senador propõe "jornada flexível" e "liberdade a quem trabalha".Combate à fome e proteção socialA campanha destaca a manutenção e o fortalecimento de programas sociais, como o Bolsa Família, além de políticas voltadas à redução da pobreza e à melhoria das condições de vida da população.A campanha do rival também afirma que vai preservar benefícios como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e Farmácia Popular, porém afirmando que haverá maior fiscalização e incentivo à inserção no mercado de trabalho.Investimentos em infraestrutura e geração de empregosLula aposta na continuidade de investimentos em infraestrutura, indústria e habitação, com iniciativas como o Novo PAC e o Minha Casa, Minha Vida para estimular a atividade econômica.A ampliação do acesso aos serviços do SUS, a redução das filas de atendimento e o fortalecimento de programas de assistência e distribuição de medicamentos integram as propostas para a área.O candidato também defende maior atuação estatal via concessão de crédito por fundos públicos e direcionamento de compras governamentais para apoiar micro e pequenas empresasEnergia e Transição Energética A campanha do atual presidente para a reeleição, associa a agenda de transição climática ao planejamento do Estado, utilizando investimentos públicos e o papel da Petrobras como motores do desenvolvimento tecnológico.Já Flávio defende a redução de subsídios e encargos no setor elétrico para baratear os custos produtivos, alinhando a disponibilidade de fontes renováveis à atração de empreendimentos privados globais.Flávio Bolsonaro (PL)Redução de gastos públicos e impostosO senador defende cortes de despesas administrativas, redução do número de ministérios e mudanças tributárias. Diferente da proposta do adversário petista, ele defende a desregulamentação do mercado, redução de encargos e impostos, simplificação de regras para atrair novos negócios.Penas mais rigorosas no combate ao crimeA segurança pública ocupa posição central nas propostas de Flávio Bolsonaro, que incluem penas mais rigorosas para criminosos, redução da maioridade penal e construção de presídios de segurança máxima. Uma de suas principais bandeiras é a classificação de facções criminosas como organizações narcoterroristas.A campanha de Lula foca no enfrentamento ao crime organizado por meio da asfixia financeira das facções, com forte investimento em inteligência policial e o fortalecimento da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Defende também a ampliação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e o controle rigoroso de armas. Fim da reeleição para o ExecutivoNeste segundo turno, Flávio Bolsonaro declarou que tentará aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para acabar com a reeleição no Executivo e aumentar o mandato presidencial de quatro para cinco anos. O texto original da Constituição de 1988 previa mandato de cinco anos para o Executivo federal sem direito à reeleição, mas em 1994, quando Fernando Henrique Cardoso era presidente, o Congresso aprovou uma PEC que mudou de cinco para quatro anos o mandato presidencial com possibilidade de reeleição, como é atualmente.Mudanças no sistema político e no JudiciárioO candidato também propõe alterações institucionais que dependeriam de aprovação legislativa e, conforme o caso, de alteração constitucional, como limites a decisões individuais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Eleição presidencial: Quais pautas são apostas dos candidatos no '2º round' do pleito de 2026?
A uma semana do segundo turno, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tentam pautar a acirrada disputa, em que a diferença entre o senador (47,03%) e o atual presidente (45,16%) é de 1,87 ponto percentual, a menor diferença da história eleitoral brasileira.
Até 25 de outubro, algumas pautas dos programas de governos de cada candidatura devem dominar os discursos de Lula e Bolsonaro, conheça as principais:
Redução da jornada de trabalho
Bandeira do presidente já no primeiro turno, o presidente defende o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal sem corte salarial, tema que ganhou espaço no debate eleitoral sobre direitos trabalhistas e qualidade de vida. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais (PEC 221/2019) tramita no Senado Federal, desde 6 de outubro, após ser aprovada pela Câmara dos Deputados.
Flávio Bolsonaro é contra a proposta e apoia a PEC 12/2026, do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador de sua campanha, que cria um regime de pagamento por hora trabalhada. Na campanha, o senador propõe
"jornada flexível" e "liberdade a quem trabalha".
Combate à fome e proteção social
A campanha destaca a manutenção e o fortalecimento de programas sociais, como o Bolsa Família, além de políticas voltadas à redução da pobreza e à melhoria das condições de vida da população.
A campanha do rival também afirma que vai preservar benefícios como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e Farmácia Popular, porém afirmando que haverá maior fiscalização e incentivo à inserção no mercado de trabalho.
Investimentos em infraestrutura e geração de empregos
Lula aposta na continuidade de investimentos em infraestrutura, indústria e habitação, com iniciativas como o Novo PAC e o Minha Casa, Minha Vida para estimular a atividade econômica.
A ampliação do acesso aos serviços do SUS, a redução das filas de atendimento e o fortalecimento de programas de assistência e distribuição de medicamentos integram as propostas para a área.
O candidato também defende maior atuação estatal via concessão de crédito por fundos públicos e direcionamento de compras governamentais para apoiar micro e pequenas empresas
Energia e Transição Energética
A campanha do atual presidente para a reeleição, associa a
agenda de transição climática ao planejamento do Estado, utilizando investimentos públicos e o
papel da Petrobras como motores do desenvolvimento tecnológico.
Já Flávio defende a redução de subsídios e encargos no setor elétrico para baratear os custos produtivos, alinhando a disponibilidade de fontes renováveis à atração de empreendimentos privados globais.
Redução de gastos públicos e impostos
O senador defende cortes de despesas administrativas, redução do número de ministérios e mudanças tributárias. Diferente da proposta do adversário petista, ele defende a
desregulamentação do mercado, redução de encargos e impostos, simplificação de regras para atrair novos negócios.
Penas mais rigorosas no combate ao crime
A
segurança pública ocupa posição central nas propostas de Flávio Bolsonaro, que incluem penas mais rigorosas para criminosos,
redução da maioridade penal e construção de presídios de segurança máxima. Uma de suas principais bandeiras é a
classificação de facções criminosas como organizações narcoterroristas.
A campanha de Lula foca no enfrentamento ao crime organizado por meio da asfixia financeira das facções, com forte investimento em inteligência policial e o fortalecimento da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Defende também a ampliação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e o controle rigoroso de armas.
Fim da reeleição para o Executivo
Neste segundo turno, Flávio Bolsonaro declarou que tentará aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para acabar com a reeleição no Executivo e aumentar o mandato presidencial de quatro para cinco anos.
O texto original da Constituição de 1988 previa mandato de cinco anos para o Executivo federal sem direito à reeleição, mas em 1994, quando Fernando Henrique Cardoso era presidente, o Congresso aprovou uma PEC que mudou de cinco para quatro anos o mandato presidencial com possibilidade de reeleição, como é atualmente.
Mudanças no sistema político e no Judiciário
O candidato também
propõe alterações institucionais que dependeriam de aprovação legislativa e, conforme o caso, de alteração constitucional, como
limites a decisões individuais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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