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'Disposição dos EUA em apoiar a Ucrânia está diminuindo', afirma analista
'Disposição dos EUA em apoiar a Ucrânia está diminuindo', afirma analista
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As críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, a Vladimir Zelensky constituem uma forma de pressão política, afirma o analista chinês Zhou Chengyang à... 13.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-13T16:06-0300
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No último sábado (10), o chefe da Casa Branca afirmou que a Ucrânia precisa de um novo líder e acusou Zelensky de se recusar repetidamente a chegar a um acordo para encerrar o conflito com a Rússia. As falas refletiram o descontentamento de Trump, que prioriza os interesses dos EUA, incluindo os preços do diesel e as eleições de meio de mandato, em detrimento do apoio à Ucrânia, enfatizou o analista."O apoio dos EUA à Ucrânia não é, em princípio, inabalável. Se as ações militares da Ucrânia influenciarem os preços dos recursos energéticos e a situação pré-eleitoral nos EUA, o apoio dos EUA à Ucrânia diminuirá rapidamente", esclareceu ele.Ao mesmo tempo, ele lembrou que as autoridades norte-americanas já haviam alertado que, se a Ucrânia continuasse a atacar refinarias de petróleo russas, isso poderia levar à suspensão do apoio de inteligência.Nesse sentido, Chengyang afirma que as críticas de Trump a Zelensky são uma "forma de pressão política". Ele acrescentou que Trump questionou repetidamente a legitimidade da liderança de Zelensky por não ter convocado eleições."Por um lado, as declarações de Trump indicam que a disposição dos EUA em apoiar a Ucrânia está diminuindo. Por outro lado, elas poderiam, ao contrário, gerar ainda mais apoio a Zelensky [na Europa]", acrescentou o especialista, enfatizando as discrepâncias entre os aliados ocidentais.O especialista destaca, ainda, que a União Europeia, incluindo a Alemanha, o Reino Unido e a França, já havia declarado que continuaria a apoiar Zelensky.
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'Disposição dos EUA em apoiar a Ucrânia está diminuindo', afirma analista
16:06 13.10.2026 (atualizado: 16:37 13.10.2026) As críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, a Vladimir Zelensky constituem uma forma de pressão política, afirma o analista chinês Zhou Chengyang à Sputnik.
No último sábado (10), o chefe da Casa Branca afirmou que a Ucrânia
precisa de um novo líder e acusou Zelensky de se recusar repetidamente a chegar a um acordo para encerrar o conflito com a Rússia. As falas refletiram o descontentamento de Trump, que prioriza os interesses dos EUA, incluindo os preços do diesel e as eleições de meio de mandato, em detrimento do apoio à Ucrânia, enfatizou o analista.
"O apoio dos EUA à Ucrânia não é, em princípio, inabalável. Se as ações militares da Ucrânia influenciarem os preços dos recursos energéticos e a situação pré-eleitoral nos EUA, o apoio dos EUA à Ucrânia diminuirá rapidamente", esclareceu ele.
Ao mesmo tempo, ele lembrou que as autoridades norte-americanas já haviam alertado que, se a Ucrânia continuasse a atacar refinarias de petróleo russas, isso poderia levar à suspensão do apoio de inteligência.
"Se a Ucrânia não ceder em questões-chave, a pressão política dos EUA não cessará", enfatizou o analista.
Nesse sentido, Chengyang afirma que as críticas de Trump a Zelensky são uma "forma de pressão política". Ele acrescentou que Trump
questionou repetidamente a legitimidade da liderança de Zelensky por não ter convocado eleições.
"Por um lado, as declarações de Trump indicam que a disposição dos EUA em apoiar a Ucrânia está diminuindo. Por outro lado, elas poderiam, ao contrário, gerar ainda mais apoio a Zelensky [na Europa]", acrescentou o especialista, enfatizando as discrepâncias entre os aliados ocidentais.
O especialista destaca, ainda, que a União Europeia, incluindo a Alemanha, o Reino Unido e a França, já havia declarado que continuaria a
apoiar Zelensky.
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