https://noticiabrasil.net.br/20261014/combustiveis-mais-caros-se-tornam-novo-desafio-para-o-reino-unido-aponta-entidade-do-setor-55103558.html
Combustíveis mais caros se tornam novo desafio para o Reino Unido, aponta entidade do setor
Combustíveis mais caros se tornam novo desafio para o Reino Unido, aponta entidade do setor
Sputnik Brasil
A alta do preço do diesel elevou os gastos dos motoristas britânicos e ameaça impactar os preços dos alimentos. A Federação de Alimentos e Bebidas prevê que a... 14.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-14T05:16-0300
2026-10-14T05:16-0300
2026-10-14T05:16-0300
panorama internacional
europa
economia
g7
londres
reino unido
oriente médio
barclays
donald trump
eua
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/0a/0e/55103097_0:71:1024:648_1920x0_80_0_0_a982e5be786ffd74495a4b05707c6bac.jpg
Os gastos dos consumidores britânicos com combustível aumentaram 17,3% em setembro, em meio ao encarecimento do diesel e à preocupação com restrições no fornecimento de energia, segundo dados de um dos maiores bancos do mundo, o Barclays, com sede em Londres.No início de outubro, o preço médio do diesel ultrapassou £ 2,00 (R$ 15,00) por litro, um recorde histórico. Na segunda-feira (12), o custo estava em £ 1,999 (R$ 14,89) por litro, de acordo com a associação automobilística Royal Automobile Club (RAC).Entre os fatores que pressionam os preços, destacam-se as restrições no fornecimento de petróleo ligadas ao conflito no Oriente Médio e as greves em refinarias, que dificultam a produção mundial de diesel.A integrante do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra, Catherine Mann, alertou que o encarecimento da energia é um dos principais fatores que impulsionam a inflação britânica.A alta dos combustíveis também ameaça se refletir nos preços dos alimentos, devido aos custos mais elevados de transporte, agricultura e fabricação. A Federação de Alimentos e Bebidas britânica alertou que as empresas têm margem limitada para absorver esses aumentos.A organização prevê que a inflação dos alimentos atinja 3,9% no final de 2026 e chegue a 6,4% em julho de 2027. O diretor-executivo da Cold Chain Federation, Phil Pluck, destacou que as empresas de transporte refrigerado já não conseguem absorver os custos mais elevados e precisam repassá-los aos seus clientes.No âmbito internacional, os membros do G7 (grupo composto por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) concordaram em liberar 100 milhões de barris de petróleo e diesel diante das tensões no abastecimento, enquanto, em paralelo, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que concordou em comprar imediatamente 300 mil toneladas de diesel da Rússia, para aliviar preços no mercado interno.
https://noticiabrasil.net.br/20261013/compra-de-diesel-russo-pelos-eua-reforca-dilema-energetico-europeu-diz-midia-55070302.html
londres
reino unido
oriente médio
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/0a/0e/55103097_0:0:910:682_1920x0_80_0_0_8ee482e987cfe8ee0e9c91b971b70b19.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
europa, economia, g7, londres, reino unido, oriente médio, barclays, donald trump, eua, preços, inflação, preços de combustíveis, diesel, petróleo e gás
europa, economia, g7, londres, reino unido, oriente médio, barclays, donald trump, eua, preços, inflação, preços de combustíveis, diesel, petróleo e gás
Combustíveis mais caros se tornam novo desafio para o Reino Unido, aponta entidade do setor
A alta do preço do diesel elevou os gastos dos motoristas britânicos e ameaça impactar os preços dos alimentos. A Federação de Alimentos e Bebidas prevê que a inflação dos alimentos chegará a 6,4% em julho de 2027.
Os gastos dos
consumidores britânicos com combustível
aumentaram 17,3% em setembro, em meio ao encarecimento do diesel e à preocupação com restrições no fornecimento de energia, segundo dados de um dos maiores bancos do mundo, o Barclays, com sede em Londres.
No início de outubro, o preço médio do diesel ultrapassou £ 2,00 (R$ 15,00) por litro, um
recorde histórico. Na segunda-feira (12), o
custo estava em £ 1,999 (R$ 14,89) por litro, de acordo com a associação automobilística Royal Automobile Club (RAC).
O aumento de preços elevou o gasto médio dos motoristas em £ 17,00 (R$ 127,50) durante setembro, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Abastecer um carro familiar típico custa agora cerca de £ 110 (R$ 825,00) a mais do que antes, segundo dados citados no relatório.
Entre os fatores que
pressionam os preços, destacam-se as restrições no fornecimento de petróleo ligadas ao
conflito no Oriente Médio e as greves em refinarias, que
dificultam a produção mundial de diesel.
A integrante do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra, Catherine Mann, alertou que o
encarecimento da energia é um dos
principais fatores que impulsionam a inflação britânica.
A alta dos combustíveis também ameaça se refletir nos
preços dos alimentos, devido aos custos mais elevados de transporte, agricultura e fabricação. A Federação de Alimentos e Bebidas britânica alertou que as
empresas têm margem limitada para absorver esses aumentos.
A organização prevê que a inflação dos alimentos atinja 3,9% no final de 2026 e chegue a 6,4% em julho de 2027. O diretor-executivo da Cold Chain Federation, Phil Pluck, destacou que as empresas de transporte refrigerado já não conseguem absorver os custos mais elevados e precisam repassá-los aos seus clientes.
No
âmbito internacional, os membros do G7 (grupo composto por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos)
concordaram em liberar 100 milhões de barris de petróleo e diesel diante das tensões no abastecimento, enquanto, em paralelo, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que concordou em
comprar imediatamente 300 mil toneladas de diesel da Rússia, para aliviar preços no mercado interno.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).