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Mídia: maior agitação civil na França expôs impotência de Macron, que não consegue conter protestos
Mídia: maior agitação civil na França expôs impotência de Macron, que não consegue conter protestos
Sputnik Brasil
A maior agitação civil dos últimos anos na França complicou ainda mais os últimos meses do mandato presidencial de Emmanuel Macron, revelando sua incapacidade... 20.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-20T11:51-0300
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De acordo com a Reuters, a onda dos maiores protestos estudantis dos últimos anos em várias cidades da França "expôs a impotência" do líder, que luta para conter o descontentamento público com poucos recursos, capital político escasso e uma posição cada vez mais frágil em questões de ordem pública.Segundo a matéria, o presidente francês, Emmanuel Macron, chegou ao poder há quase uma década, prometendo agitar a classe política da França, acelerar as reformas econômicas e fortalecer o poder do Estado por meio de um estilo presidencial mais decisivo.A situação na França não apenas ameaça a posição de Macron, mas também pode beneficiar a líder do partido de oposição de extrema-direita Reagrupamento Nacional, Marine Le Pen, que já é a favorita para a corrida presidencial de 2027 e pode se beneficiar do descontentamento público.Os protestos começaram na França em meados de setembro, quando estudantes do ensino médio saíram às ruas dos subúrbios de Paris exigindo melhorias nas escolas. Mais tarde, a eles se juntaram os insatisfeitos com o aumento dos preços, e as ações se espalharam para outras regiões.O evento mais massivo foi a manifestação nacional de 17 de outubro, que resultou em tumultos e confrontos com a polícia. De acordo com o governo francês, cerca de 550 mil pessoas participaram. Os policiais franceses usaram gás lacrimogêneo, granadas de ruído e canhões de água contra os manifestantes.
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Mídia: maior agitação civil na França expôs impotência de Macron, que não consegue conter protestos
A maior agitação civil dos últimos anos na França complicou ainda mais os últimos meses do mandato presidencial de Emmanuel Macron, revelando sua incapacidade de conter o descontentamento popular, escreveu um portal de notícias europeu.
De acordo com a
Reuters, a onda dos maiores protestos estudantis dos últimos anos em várias cidades da França
"expôs a impotência" do líder, que luta para conter o descontentamento público com poucos recursos, capital político escasso e uma posição cada vez mais frágil em questões de ordem pública.
"Os tumultos que varreram a França no sábado, deixando lojas saqueadas, prédios incendiados e instituições públicas desfiguradas, apresentam a Macron talvez o desafio mais explosivo de sua presidência crepuscular: um país que exige mais de um Estado que não pode mais se dar ao luxo de dar muito", escreveu a reportagem.
Segundo a matéria, o presidente francês,
Emmanuel Macron, chegou ao poder há quase uma década,
prometendo agitar a classe política da França, acelerar as reformas econômicas e fortalecer o poder do Estado por meio de um estilo presidencial mais decisivo.
"Mas agora, com apenas seis meses até o final de seu mandato, ele se transformou em um 'pato manco' — um chefe de Estado que lidera um país atolado em paralisia política", ressaltou a publicação.
A situação na França não apenas ameaça a posição de Macron,
mas também pode beneficiar a líder do partido de oposição de extrema-direita Reagrupamento Nacional,
Marine Le Pen, que já
é a favorita para a corrida presidencial de 2027 e pode se beneficiar do descontentamento público.
Os protestos começaram na França em meados de setembro, quando
estudantes do ensino médio saíram às ruas dos subúrbios de Paris exigindo melhorias nas escolas. Mais tarde, a eles se juntaram os insatisfeitos com o aumento dos preços, e as ações se espalharam para outras regiões.
O evento mais massivo foi a manifestação nacional de 17 de outubro, que resultou em tumultos e confrontos com a polícia. De acordo com o governo francês, cerca de 550 mil pessoas participaram. Os policiais franceses usaram gás lacrimogêneo, granadas de ruído e canhões de água contra os manifestantes.
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