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Caso Ana Clara: ONU marca julgamento de denúncia sobre milícias no RJ e cita Flávio Bolsonaro
Caso Ana Clara: ONU marca julgamento de denúncia sobre milícias no RJ e cita Flávio Bolsonaro
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O Brasil será julgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em dezembro, pelo caso de violência policial que acarretou a morte da menina Ana Clara Machado... 22.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-22T19:28-0300
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A criança foi assassinada na porta de casa pelo policial militar Bruno Dias Delaroli, que contratou o candidato a presidente e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como advogado de defesa.A denúncia foi apresentada em 2022, contra o estado do Rio de Janeiro, por omissão diante de violações de direitos humanos, e aponta o avanço das milícias e a suposta proteção de agentes públicos, entre eles Flávio, o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).A Secretaria do Procedimento de Reclamações do Conselho de Direitos Humanos informou que o caso será submetido à análise do grupo de trabalho competente entre os dias 18 e 24 de dezembro, em Genebra, na Suíça.O tema ganhou repercussão nas últimas semanas, com uma entrevista da mãe de Ana Clara, Cristiane Gomes da Silva. Em vídeo, ela cobrou justiça e criticou a atuação da defesa do policial militar réu pelo crime.Em 2024, o senador assinou recurso, enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), para reverter a decisão que determinou que o policial fosse a júri popular, tentando anular o julgamento por crimes dolosos contra a vida.Delaroli ainda não foi julgado nem condenado pela morte da menina Ana Clara. Atualmente, ele responde ao processo em liberdade.
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Caso Ana Clara: ONU marca julgamento de denúncia sobre milícias no RJ e cita Flávio Bolsonaro
19:28 22.10.2026 (atualizado: 21:40 22.10.2026) O Brasil será julgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em dezembro, pelo caso de violência policial que acarretou a morte da menina Ana Clara Machado, de 5 anos, em 2021. Ela foi baleada em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
A criança foi assassinada na porta de casa pelo policial militar Bruno Dias Delaroli, que contratou o candidato a presidente e
senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como advogado de defesa.
A denúncia foi apresentada em 2022, contra o estado do Rio de Janeiro,
por omissão diante de violações de direitos humanos, e aponta o avanço das milícias e a suposta proteção de agentes públicos,
entre eles Flávio, o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A Secretaria do Procedimento de Reclamações do Conselho de Direitos Humanos informou que o caso será submetido à análise do grupo de trabalho competente entre os dias 18 e 24 de dezembro, em Genebra, na Suíça.
O tema ganhou repercussão nas últimas semanas, com uma entrevista da mãe de Ana Clara, Cristiane Gomes da Silva. Em vídeo, ela cobrou justiça e criticou a atuação da defesa do policial militar réu pelo crime.
Em 2024, o senador assinou recurso, enviado ao
Superior Tribunal de Justiça (STJ), para
reverter a decisão que determinou que o policial fosse a júri popular, tentando anular o julgamento por crimes dolosos contra a vida.
Delaroli ainda não foi julgado nem condenado pela morte da menina Ana Clara. Atualmente, ele responde ao processo em liberdade.
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