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'Lição humilhante': Após anos de sanções, UE busca 'desesperadamente' falar com Moscou, aponta mídia
'Lição humilhante': Após anos de sanções, UE busca 'desesperadamente' falar com Moscou, aponta mídia
Sputnik Brasil
Devido à sua linha política intransigente em relação à Rússia, a União Europeia (UE) se vê obrigada a perseguir outras potências para conseguir um lugar na... 26.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-26T12:01-0300
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Hoje em dia, a capacidade de negociar é uma das ferramentas fundamentais do poder político e quando um ator político para de falar com outro não o apaga da realidade, simplesmente deixa que os demais lidem com ele e decidam as condições de paz, aponta o autor do artigo.No entanto, a UE perseguiu durante anos a contraposição com a Rússia, endureceu as sanções econômicas, buscou seu isolamento político e apoiou militarmente a Ucrânia. Atualmente, Bruxelas está avaliando a nomeação de um representante de alto escalão que se encarregue de dialogar diretamente com Moscou, procurando "desesperadamente" um canal diplomático com o governo com o qual tinha prometido não normalizar as relações.Segundo analista, o maior problema para Bruxelas agora é encontrar alguém que possa falar em nome da UE sem ser considerado por Moscou "o mero porta-voz de uma política de hostilidade". Nem a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nem o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, são adequados para desempenhar esse papel por causa de suas críticas à Rússia, destaca a publicação.De acordo com o autor, os líderes europeus podem repetir o quanto quiserem que nenhum acordo sobre a segurança da Europa deve ser concluído sem o envolvimento da UE.Antes disso, a mídia ocidental comunicou que Bruxelas estava considerando cinco candidatos para o papel de mediador na comunicação com a Rússia sobre o acordo de paz com a Ucrânia: a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni; o presidente da Finlândia, Alexander Stubb; o presidente tcheco, Petr Pavel; a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen; e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Store.Por sua vez, o presidente Vladimir Putin declarou que o ex-chanceler alemão Gerhard Schroeder seria a opção preferida para desempenhar o papel de negociador. Ao mesmo tempo, ressaltou que os próprios europeus devem escolher um líder em quem confiem e que não tenha feito declarações duras contra Moscou.
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'Lição humilhante': Após anos de sanções, UE busca 'desesperadamente' falar com Moscou, aponta mídia
Devido à sua linha política intransigente em relação à Rússia, a União Europeia (UE) se vê obrigada a perseguir outras potências para conseguir um lugar na mesa de negociações sobre o conflito na Ucrânia, escreveu uma mídia italiana em análise da situação.
Hoje em dia, a capacidade de negociar é uma das ferramentas fundamentais do poder político e quando um ator político para de falar com outro não o apaga da realidade, simplesmente deixa que
os demais lidem com ele e decidam as condições de paz, aponta o autor do artigo.
"É a lição que a União Europeia parece ter aprendido da forma mais humilhante", destaca o jornalista.
No entanto, a UE perseguiu durante anos a contraposição com a Rússia, endureceu as sanções econômicas, buscou seu isolamento político e apoiou militarmente a Ucrânia. Atualmente, Bruxelas está avaliando a nomeação de
um representante de alto escalão que se encarregue de dialogar diretamente com Moscou,
procurando "desesperadamente" um canal diplomático com o governo com o qual tinha prometido não normalizar as relações.
"A questão não é apenas quem será enviado para falar com o Kremlin. A questão é muito mais incômoda: como é que uma das maiores potências econômicas do mundo se reduziu a perseguir outras para conseguir um lugar à mesa de negociações em uma guerra que envolve diretamente a sua segurança?", pergunta-se o autor do artigo.
Segundo analista, o maior problema para Bruxelas agora é encontrar alguém que possa falar em nome da UE sem ser considerado por Moscou "o mero porta-voz de uma política de hostilidade". Nem a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nem o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, são adequados para desempenhar esse papel por causa de suas críticas à Rússia, destaca a publicação.
De acordo com o autor, os líderes europeus podem repetir o quanto quiserem que nenhum acordo sobre a segurança da Europa deve ser concluído sem o envolvimento da UE.
"Mas declarações solenes não bastam. Para sentar-se à mesa, é preciso ser considerado um interlocutor necessário, capaz de oferecer algo, mudar de posição e assumir a responsabilidade por suas escolhas", lembra o jornalista.
Antes disso, a mídia ocidental comunicou que Bruxelas
estava considerando cinco candidatos para o papel de mediador na comunicação com a Rússia sobre o acordo de paz com a Ucrânia: a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni; o presidente da Finlândia, Alexander Stubb; o presidente tcheco, Petr Pavel; a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen; e o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Store.
Por sua vez, o presidente Vladimir Putin declarou que
o ex-chanceler alemão Gerhard Schroeder seria a opção preferida para desempenhar o papel de negociador. Ao mesmo tempo, ressaltou que os próprios europeus devem escolher um líder em quem confiem e que não tenha feito declarações duras contra Moscou.
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