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Há uma demanda por um novo modelo de ordem mundial, mas muitos não gostam disso, diz Lavrov
Há uma demanda por um novo modelo de ordem mundial, mas muitos não gostam disso, diz Lavrov
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A maioria mundial tem demandado um novo modelo de ordem mundial, mas muitos não gostam disso, declarou nesta terça-feira (3) o ministro das Relações Exteriores... 03.11.2026, Sputnik Brasil
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Discursando na sessão plenária da IV Conferência Internacional de Minsk sobre Segurança Eurasiana, Lavrov afirmou que, em tal modelo, a igualdade real de direitos dos Estados soberanos deve ser assegurada como condição fundamental para o desenvolvimento seguro e sustentável de todos os povos.Como enfatizou Lavrov, a Rússia defende a formação de uma estrutura mais justa das relações internacionais em uma base multipolar, que deve também refletir a diversidade cultural e civilizacional do mundo moderno e dos povos e reconhecer o direito de cada povo de determinar o seu destino.A guerra desencadeada pelos países ocidentais contra a Rússia pelas mãos da Ucrânia pôs fim ao euro-atlantismo como uma oportunidade de unir todos, disse. Por enquanto, não há perspectivas de um diálogo realista com a Europa, pois o Ocidente está indo contra uma tendência histórica objetiva para a multipolaridade, acrescentou o ministro.Confira outras declarações do chanceler russo:A IV Conferência Internacional de Minsk sobre Segurança Eurasiana é realizada em Minsk, nos dias 3 e 4 de novembro.Mais de 600 representantes de 50 países do mundo participam, incluindo o presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, a liderança do Estado da União, da Comunidade dos Estados Independentes (CEI), da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), da Organização para Cooperação de Xangai (OCX) e de outras organizações internacionais.
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Há uma demanda por um novo modelo de ordem mundial, mas muitos não gostam disso, diz Lavrov
06:24 03.11.2026 (atualizado: 07:11 03.11.2026) A maioria mundial tem demandado um novo modelo de ordem mundial, mas muitos não gostam disso, declarou nesta terça-feira (3) o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.
Discursando na sessão plenária da IV Conferência Internacional de Minsk sobre Segurança Eurasiana, Lavrov afirmou que, em tal modelo, a igualdade real de direitos dos Estados soberanos deve ser assegurada como condição fundamental para o desenvolvimento seguro e sustentável de todos os povos.
"Nem todos gostam disso, e há uma luta séria pelo direito de determinar em que princípios a nova ordem mundial será baseada, e sua manifestação é especialmente perceptível no nosso grande continente comum da Eurásia", disse Lavrov.
Como enfatizou
Lavrov,
a Rússia defende a formação de uma estrutura mais justa das relações internacionais em uma base multipolar, que deve também refletir a diversidade cultural e civilizacional do mundo moderno e dos povos e reconhecer o direito de cada povo de determinar o seu destino.
A guerra desencadeada pelos países ocidentais contra a Rússia pelas mãos da
Ucrânia pôs fim ao euro-atlantismo como uma oportunidade de unir todos, disse. Por enquanto, não há perspectivas de um diálogo realista com a Europa, pois
o Ocidente está indo contra uma tendência histórica objetiva para a multipolaridade, acrescentou o ministro.
"Eles [os europeus] queriam e continuam querendo transformar a OSCE em um instrumento de serviço ideológico de seus interesses, os interesses da OTAN, bem como os interesses da União Europeia, que está evoluindo rapidamente de uma unificação socioeconômica integrada para um bloco militarista agressivo de orientação antirussa e antibelarussa", disse Lavrov.
Confira outras declarações do chanceler russo:
Rússia
não pretende se envolver em uma nova corrida armamentista na Europa,
propõe negociar um novo sistema de garantias mútuas de segurança;
Rússia insiste não em um cessar-fogo temporário, mas em
uma solução confiável para as causas da crise ucraniana;
Os apelos para negociar uma trégua destinam-se apenas a
dar uma pausa a Kiev;Londres e
Paris, com seus apelos por uma parada na linha de contato,
estão tentando estabilizar o regime nazista de Kiev, em vez de acabar com o conflito;
O conflito no
Oriente Médio mostrou que a presença militar de atores externos não só não garante a segurança, como também
aumenta os riscos.A IV Conferência Internacional de Minsk sobre Segurança Eurasiana
é realizada em Minsk, nos dias 3 e 4 de novembro.
Mais de 600 representantes
de 50 países do mundo participam, incluindo o presidente de
Belarus, Aleksandr Lukashenko, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, a liderança do Estado da União, da
Comunidade dos Estados Independentes (CEI), da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), da
Organização para Cooperação de Xangai (OCX) e de outras organizações internacionais.
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