"Um conflito prolongado na Ucrânia minará a economia global. Os parceiros comerciais e aliados mais importantes dos Estado Unidos na Europa serão os mais afetados, principalmente devido ao aumento dos preços da energia", aponta o artigo.
A publicação observa que a administração Biden está "dando poucos passos" para resolver a situação na Ucrânia.
"O mantra de Washington consiste em apoiar Kiev 'o tempo que for preciso' e excluir, pelo menos por agora, passos práticos na direção da diplomacia", avança revista.
Um conflito prolongado atingirá os próprios EUA, "drenando recursos militares e financeiros", reduzindo a sua capacidade de "priorizar a concorrência estratégica de longo prazo com a China".
As ações por parte dos EUA contribuem para "um profundo congelamento das relações entre Rússia e EUA, o que potencialmente comprometeria a cooperação entre Washington e Moscou em questões de importância global, tais como o controle de armamentos", conclui o artigo.
Nesta quinta-feira (27) foi informado que os Estados Unidos devem anunciar um novo pacote de assistência de segurança de US$ 275 milhões (R$ 1,4 bilhão) para a Ucrânia.
Anteriormente, o presidente francês, Emmanuel Macron, pediu a Washington que inicie negociações para parar a crise ucraniana.