Milei recebeu um convite para comparecer ao Brasil em agosto para a cerimônia de premiação e, segundo a Ordem, aceitou a proposta, tendo manifestado o interesse em fazer uma visita de três dias ao país.
Na carta de premiação, compartilhada pelo próprio chefe de Estado, o grupo destaca que a escolha do economista ultraliberal "não poderia ter sido mais acertada". A OEB elogia a atuação de Milei nas políticas monetária e regulatória, que, segundo eles, ajudou a estabilizar a economia argentina em tempos de crise.
A Ordem reforça: "Sua visão estratégica e seu compromisso com a estabilidade econômica têm sido fundamentais para guiar o país em momentos de incerteza e volatilidade dos mercados".
No ano anterior, o prêmio foi concedido ao então presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, uma escolha que gerou controvérsias entre outras associações do setor. A cerimônia é realizada anualmente desde 1957.
De acordo com o governo, estiveram presentes na premiação o presidente da Ordem, o professor Manuel Enriquez Garcia, da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP); o vice-presidente da OEB, Luis Carlos Barnabé; e o coordenador local na Argentina, Ivan Slepoy, além de três outros membros honorários.