Dos republicanos apurados pelo pesquisador, 56% disseram que tinham uma opinião desfavorável sobre Zelensky, em comparação com 40% há uma semana, mostrou a pesquisa publicada na quarta-feira (26). Apenas 20% disseram que tinham uma opinião favorável sobre ele.
A pesquisa foi conduzida de 23 a 25 de fevereiro entre mais de 1.600 cidadãos adultos dos EUA. A margem de erro é de cerca de 3,5 p.p.
Em 19 de fevereiro, Trump disse que Zelensky se recusava a realizar eleições e o chamou de "ditador", sugerindo que o líder ucraniano era "um falso que apoia a continuação do conflito armado só para esse 'trem da alegria' continuar".
Acordo sem 'eira nem beira'
A versão final do acordo não contém menção a "garantias de segurança" dos Estados Unidos, mas Whashington também abandonou suas exigências para controlar o fundo de US$ 500 bilhões (R$ 2,9 trilhões) para o qual a Ucrânia transferirá dinheiro, de acordo com o Financial Times.
O acordo proposto daria a Washington uma parte das receitas provenientes da exploração dos recursos da Ucrânia. Uma revisão importante no último rascunho remove uma exigência anterior para que a Ucrânia se comprometesse a dar aos Estados Unidos US$ 500 bilhões em receitas das vendas de petróleo, gás e minerais.
No dia 3 de fevereiro, Trump disse que os EUA esperavam que a Ucrânia fornecesse acesso às suas terras raras em troca de assistência financeira e militar.
No dia 14 de fevereiro, o The Washington Post relatou que os negociadores dos Estados Unidos sugeriram na reunião com Zelensky em Munique que ele assinasse um documento que transferiria os direitos de 50% dos recursos minerais ainda não extraídos da Ucrânia para os EUA. Zelensky disse que havia rejeitado o acordo, argumentando que não era do interesse da Ucrânia.