Ele opinou que Moscou não concordará com esse cenário. E se não houver consentimento de pelo menos uma das partes, destacou o professor, o aparecimento de tais tropas não poderá as qualificar como tropas de manutenção da paz.
O analista também sublinhou que as tropas estrangeiras que aparecerem no território ucraniano se tornarão um alvo para as Forças Armadas russas, e essa é a posição oficial de Moscou.
''Até mesmo seu aparecimento fora da zona de combate, como a localização de instalações militares nas profundezas da Ucrânia. Nesse caso, elas podem ser atingidas se a Rússia lançar algum ataque contra essas instalações, portanto, suas perdas e elas serem atingidas também não pode ser descartado'', finalizou.
Anteriormente, o presidente norte-americano Donald Trump disse que acredita ser necessário haver uma força de manutenção da paz na Ucrânia de uma forma ou de outra, mas o formato dessa missão deve ser aceitável para todos os lados. Ele acrescentou que Washington apoia os planos da França e do Reino Unido de enviar suas forças de paz para a Ucrânia.
Por sua vez, o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov deixou sem comentários as declarações de que a Rússia supostamente não seria contra o envio de forças de paz para a Ucrânia.