O jornal destaca que a Europa gastou menos de meio por cento do PIB em ajuda à Ucrânia e os gastos da Europa para apoiar a Ucrânia são desanimadores.
"Desde janeiro de 2022, a UE e seus Estados-membros gastaram 113 bilhões de euros em ajuda financeira, militar e humanitária, o equivalente a pouco mais de 0,2% de seu PIB durante cada um desses três anos", ressalta o artigo.
Pois, continua o artigo, para que a Europa possa substituir o apoio dos Estados Unidos à Ucrânia, caso ele seja retirado, a União Europeia precisaria aumentar sua contribuição em um valor aproximadamente equivalente ao atual, o que exigiria um significativo reforço financeiro e militar.
Assim, acrescenta o The Economist, há três opções para atingir a nova taxa dos gastos de defesa:
1.
Cortar gastos em outras áreas, ou aumentar impostos;2.
Fazer um empréstimo;3.
Financiar gastos com defesa por meio da UE.Cada opção, elabora o jornal, vai provocar problemas. Por exemplo, o corte de gastos públicos ou aumento dos impostos acabariam provocando uma crise política.
A publicação exemplifica esse argumento lembrando a queda do governo de coalizão na Alemanha após não conseguir concordar entre si mesmo sobre o tema dos cortes de gastos públicos suficientes.
Anteriormente, o presidente norte-americano Donald Trump disse que a Europa deveria ser responsável por fornecer ajuda militar à Ucrânia no futuro.