Em entrevista à Sputnik, Kartheiser classificou a ação como "impensada" e alertou que ela pode trazer efeitos negativos.
O parlamentar destacou ainda que o episódio abre um debate sensível dentro do grupo de países que apoiam Kiev.
"Surge a questão de saber se algum Estado ocidental ou estruturas ocidentais ajudaram a Ucrânia a executar essa ação, por exemplo, fornecendo coordenadas de voo. A resposta a isso pode semear discórdia no campo dos aliados da Ucrânia", acrescentou.
Segundo o governo russo, o ataque ocorreu na noite de 28 para 29 de dezembro. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que Kiev lançou 91 drones contra a residência presidencial localizada na região de Novgorod.