Mahran sublinhou que esse ataque ucraniano representa uma tentativa de minar o processo de paz.
"Embora o presidente [Putin], como comandante-chefe, desempenhe uma função militar, sua residência pessoal continua sendo um alvo civil protegido, desde que não seja usada exclusivamente para fins militares", ressaltou.
Além disso, o especialista enfatizou que o ataque não foi dirigido apenas contra Putin, mas também teve outros objetivos, que incluem:
Interromper as negociações entre Moscou e Washington;
Criar constrangimento para a administração Trump, que defende a paz;
Forçar a Rússia a uma resposta militar para aumentar as tensões.
Nesse contexto, Mahran elogiou a postura da Rússia, que, apesar da grave provocação de Kiev, não abandonou as negociações.
"Isso reflete maturidade diplomática e um desejo genuíno de se chegar a uma solução política", concluiu.
Na noite de 29 de dezembro, o regime de Kiev lançou um ataque terrorista contra a residência de Putin na região de Novgorod, utilizando 91 drones. Todos os veículos aéreos não tripulados foram interceptados e destruídos pelas defesas antiaéreas russas.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou o episódio, observando que provocações como essa minam os esforços do presidente americano, Donald Trump. No entanto, segundo Peskov, tais ações não afetarão o diálogo entre Rússia e Estados Unidos, que seguirão interagindo.
Ele acrescentou que as Forças Armadas russas sabem "como, com o que e quando" responder ao ataque ucraniano.