"As empresas de defesa não estão produzindo o nosso grande equipamento militar com rapidez suficiente e, uma vez produzido, não o mantêm de forma adequada nem ágil. A partir de agora, esses executivos devem construir fábricas de produção novas e modernizadas, tanto para a entrega e a manutenção desse importante equipamento quanto para a fabricação dos modelos mais recentes de equipamentos militares do futuro", escreveu.
O mandatário também criticou os salários dos executivos da indústria de defesa, que considerou "exorbitantes e injustificáveis, dada a lentidão com que essas empresas entregam equipamentos vitais".
Ele advertiu que nenhum executivo "deveria poder ganhar mais de 5 milhões de dólares (R$ 28 milhões)" até que suas exigências sejam atendidas.
"O equipamento militar não está sendo fabricado com rapidez suficiente! Ele deve ser produzido agora com os dividendos, as recompras de ações e a supercompensação dos executivos, em vez de recorrer a empréstimos de instituições financeiras ou receber dinheiro do governo", acrescentou.
As ameaças foram feitas em um momento em que o governo Trump dá uma guinada expansionista com uso bélico, como a recente invasão da Venezuela que levou ao rapto do presidente do país, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, e declarações do presidente dos EUA de que precisa da Groenlândia, por sua importância estratégica, não descartando uso militar.