Panorama internacional

Hungria rejeita decisões de Bruxelas que visam o confronto com a Rússia

O ministro das Relações Exteriores húngaro, Peter Szijjarto, afirmou que Budapeste rejeita as decisões de Bruxelas que visam o confronto com a Rússia como parte das políticas de ajuda à Ucrânia.
Sputnik
Na terça-feira (6), a chamada Coalizão dos Dispostos realizou uma reunião de alto nível em Paris para discutir, entre outros assuntos, garantias de segurança para a Ucrânia.
De acordo com o documento final, a coalizão concordou em manter o apoio militar de longo prazo à Ucrânia, com os líderes assinando uma declaração de intenção de enviar tropas para o país caso um acordo de paz seja alcançado. Por outro lado, alguns países como Grécia e Croácia rejeitaram publicamente o envio de militares para Kiev.
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"Ao buscarem aumentar sua presença militar na Ucrânia, os países da Europa Ocidental estão criando o perigo de uma guerra direta contra a Rússia. Continuaremos a apoiar as negociações de paz, apoiamos as consultas em alto nível entre os EUA e a Rússia e rejeitamos a mais recente decisão pró-guerra de Bruxelas", disse Szijjarto.

Apesar da insistência em uma ofensiva, membros do grupo, como o presidente da França Emmanuel Macron e o chanceler alemão Friedrich Merz, reconheceram que para chegar a um acordo terão que dialogar e fazer concessões ao lado russo.
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