Nesse contexto, a revista Military Watch aponta que enquanto o caça norte-americano F-15SA tem altos custos operacionais, o JF-17 Block 3 da China está entre os mais fáceis de manter no mundo.
A publicação também destaca que o JF-17 Block 3 possui sistemas de bordo avançados de quarta geração, comparáveis aos do F-15SA.
"[O F-15SA] tem necessidades de manutenção e custos operacionais particularmente elevados, ao passo que a aeronave chinesa leve está entre as mais fáceis de manter no mundo", ressalta o artigo.
Ao mesmo tempo, é destacado que um dos principais pontos fortes do caça chinês reside no emprego dos mísseis ar-ar PL-15 e PL-10, que superam substancialmente os mísseis AIM-120C e AIM-9X utilizados pelos atuais F-15.
Dessa forma, a reportagem conclui que as capacidades do JF-17 Block 3 são de interesse da Arábia Saudita, que aspira adquirir os caças para fortalecer seu poderio militar.
Anteriormente, a China realizou os primeiros voos de 2026 do caça furtivo naval J‑35. Os testes foram acompanhados por imagens oficiais que mostram uma unidade recém-fabricada.
O avanço sinaliza maior confiança de Pequim e aproxima o modelo de uma produção em larga escala para seus porta-aviões.
A principal fabricante de aeronaves chineses, a Corporação da Indústria de Aviação da China (AVIC, na sigla em inglês), anunciou que realizou os primeiros voos de 2026 do caça furtivo embarcado J-35, como parte de uma série de testes realizados no início deste ano.