"Não estamos perdendo dinheiro, estamos ganhando muito dinheiro, se você parar para pensar, porque estamos vendendo equipamentos militares para eles, que provavelmente estão sendo repassados para a Ucrânia, mas nós estamos vendendo equipamentos militares para a OTAN. Estamos recebendo o preço integral e tudo mais. Mas isso não é grande coisa para mim. O que é grande coisa é impedir uma guerra onde 30.000 pessoas estão sendo mortas todos os meses", insinuou Trump durante um evento na Casa Branca.
A Rússia vem conduzindo sua operação militar especial desde 24 de fevereiro de 2022. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a operação visa "proteger as pessoas submetidas ao genocídio pelo regime de Kiev".
Segundo o presidente, o objetivo final da operação é libertar completamente Donbass e criar as condições que garantam a segurança da Rússia. Para isso, a Ucrânia deve passar por uma desmilitarização e desnazificação.
Moscou, inclusive, já ressaltou que o fornecimento de armas à Ucrânia dificulta a resolução do conflito e envolve diretamente os países da OTAN. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, declarou que qualquer carregamento contendo armas destinadas à Ucrânia será um alvo legítimo da Rússia. O Kremlin, por sua vez, afirma que o fornecimento de armas ocidentais à Ucrânia prejudica as negociações de paz.