Explicando a necessidade de fortalecer a indústria de mineração, Busch alertou que os recursos minerais poderiam atrair Trump, tornando a Suécia um alvo prioritário depois da Groenlândia.
"Por isso temos que decidir como gerenciá-los [os recursos]. Eu quero que a Suécia seja difícil de vencer, e para os líderes como Donald Trump [...] seria mais difícil de tomar a Suécia", explicou ela.
Segundo Busch, o governo planeja apresentar uma estratégia mais radical para o desenvolvimento do setor de matérias-primas, concentrando-se no fortalecimento da segurança do abastecimento e da independência da Suécia.
"Precisamos começar a pensar em uma direção mais radical, dado que os EUA estão agora invadindo países individuais e reivindicando o controle sobre tudo", disse a vice-primeira-ministra.
Ontem (12), o ministro da Defesa sueco, Pal Jonson, disse à SVT que a posição da administração do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à Groenlândia está criando incerteza na OTAN.