"Revisamos o estado das relações entre a Venezuela e os governos da União Europeia, do Reino Unido e da Confederação Suíça. [...] Concordamos com a necessidade de avançar para uma etapa de relações produtivas, de abrir vias de diálogo cada vez mais profundas e intensas", explicou em comunicado o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil.
O chanceler destacou, também, que Rodríguez deixou claro durante o diálogo que seu governo está disposto a "seguir em frente com uma nova e intensa agenda de trabalho".
Essa reaproximação entre a nação sul-americana e os países europeus ocorre pouco depois do ataque realizado em 3 de janeiro pelas forças norte-americanas em Caracas, que resultou na morte de dezenas de pessoas, bem como no sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
Após esse evento, Rodríguez, que era vice-presidente da Venezuela, foi nomeada presidente interina pelas autoridades locais. Desde então, ela tem afirmado repetidamente que seu país é governado pelo povo e pela administração local, não por "forasteiros".