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Situação na Venezuela revela política de duplos padrões da UE, afirma eurodeputado
Situação na Venezuela revela política de duplos padrões da UE, afirma eurodeputado
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A operação militar dos EUA na Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro ilustram perfeitamente a política de dois pesos e duas medidas da União... 09.01.2026, Sputnik Brasil
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Segundo Mariani, quando a Rússia iniciou sua operação militar especial na Ucrânia, a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu impuseram sanções enfatizando o direito internacional, a inviolabilidade das fronteiras e a soberania dos povos como sua base moral e jurídica.Entretanto, quando os Estados Unidos invadem a Venezuela, capturam seu presidente e declaram sua intenção de administrar os recursos nacionais do país, os mesmos órgãos europeus se calam. Não dizem nada, não fazem referência ao direito internacional e não ameaçam ninguém com sanções.Mariani explicou que, para a União Europeia, o direito internacional não é um princípio, mas apenas um pretexto usado contra adversários geopolíticos. É exatamente nisso que se manifesta a adesão dos países da Europa Ocidental aos duplos padrões em sua política externa.O eurodeputado acrescentou que essa dependência tem um preço: ela é paga pelo silêncio, pela submissão diplomática e pela aceitação de violações do direito internacional, desde que venham do "campo correto".Em 3 de janeiro, os Estados Unidos lançaram um ataque massivo à Venezuela. O presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e levados para Nova York.O Ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou solidariedade ao povo venezuelano, pediu a libertação de Maduro e de sua esposa, bem como que se evitasse uma nova escalada da situação.Pequim seguiu Moscou ao pedir a libertação imediata de Maduro e de sua esposa, enfatizando que as ações dos EUA violam o direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte também criticou as ações dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o Brasil e outros países do Sul Global.
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Situação na Venezuela revela política de duplos padrões da UE, afirma eurodeputado
A operação militar dos EUA na Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro ilustram perfeitamente a política de dois pesos e duas medidas da União Europeia, afirmou à Sputnik Thierry Mariani, membro do Parlamento Europeu pelo partido francês de direita União Nacional.
Segundo Mariani, quando a Rússia iniciou sua
operação militar especial na Ucrânia, a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu
impuseram sanções enfatizando o direito internacional, a inviolabilidade das fronteiras e a soberania dos povos
como sua base moral e jurídica.Entretanto, quando os Estados Unidos invadem a Venezuela,
capturam seu presidente e declaram sua
intenção de administrar os recursos nacionais do país, os mesmos órgãos europeus se calam.
Não dizem nada, não fazem referência ao direito internacional e não ameaçam ninguém com sanções.
"Mas quando os Estados Unidos declaram que pretendem 'administrar' a Venezuela durante um período de transição indefinido e usar seus recursos, essas mesmas instituições de repente se calam, ou mesmo mostram clemência. Sem indignação. Sem ameaças de sanções. Nada de lembretes solenes do direito internacional. Nada", disse o eurodeputado.
Mariani explicou que, para a União Europeia, o direito internacional não é um princípio, mas apenas um pretexto usado contra adversários geopolíticos. É exatamente nisso que se manifesta a adesão dos países da Europa Ocidental aos duplos padrões em sua política externa.
"Na realidade, a UE está se curvando aos Estados Unidos, porque hoje é estruturalmente dependente de Washington, em particular para a continuação do conflito na Ucrânia, em termos militares, financeiros e políticos", enfatizou.
O eurodeputado acrescentou que essa dependência tem um preço: ela é paga pelo silêncio, pela submissão diplomática e pela aceitação de violações do direito internacional, desde que venham do "campo correto".
Em 3 de janeiro, os Estados Unidos
lançaram um ataque massivo à Venezuela. O presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram
capturados e levados para Nova York.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou solidariedade ao povo venezuelano, pediu a libertação de Maduro e de sua esposa, bem como que se evitasse uma nova escalada da situação.
Pequim seguiu Moscou ao pedir a libertação imediata de Maduro e de sua esposa,
enfatizando que as ações dos EUA violam o direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte
também criticou as ações dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o Brasil e outros países do Sul Global.
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