Diplomata com inclinação militar
Além de uma formação estritamente civil, possui mestrado no Colégio Industrial das Forças Armadas dos EUA. Atuou como assessora de Política Externa do Chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA, Dan Caine, que liderou operações para sequestrar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em 3 de janeiro e atacar instalações nucleares iranianas em junho de 2025.
Da África às Américas
Exerceu o cargo de ministra-conselheira na Embaixada dos EUA na Cidade do México, além de ter desempenhado funções diplomáticas em El Salvador, Turquia e Egito. Foi ainda embaixadora na Nicarágua (2015–2018) e em Honduras (2022–2025).
Em setembro de 2024, a diplomata criticou uma aproximação ocorrida entre uma autoridade hondurenha e uma venezuelana, além de levantar a suspeita de que o governo de Castro estaria envolvido com o narcotráfico. Ela afirmou que funcionários se reuniram em Caracas com "traficantes de drogas".
Em 30 de agosto desse mesmo ano, o chanceler hondurenho, Enrique Reina, afirmou que fontes da inteligência do país detectaram um plano articulado por Dogu para supostamente dividir as Forças Armadas e destituir o chefe militar Roosevelt Hernández.
O período em que foi embaixadora na Nicarágua coincidiu com as manifestações da oposição que o governo do presidente Daniel Ortega considerou uma tentativa de golpe fracassada.