A revista sublinha que o Tu-22M3 tem sido um ativo importante nas operações militares da Rússia no conflito com a Ucrânia.
Ao mesmo tempo, é apontado que, durante a patrulha, as aeronaves costumam estar armadas com mísseis de cruzeiro de longo alcance Kh-32, considerados entre os armamentos antinavio mais poderosos do mundo.
"O míssil combina uma velocidade terminal de 5 Mach com um alcance de engajamento de 1.000 km, seguindo uma trajetória complexa com um mergulho íngreme em sua fase de terreno, o que o torna extremamente difícil de ser interceptado", ressalta a publicação.
Nesse contexto, a matéria especifica que o míssil Kh-22, que serviu de base para o desenvolvimento do modelo mais recente, mostrou-se praticamente impossível de ser interceptado pelos sistemas de defesa aérea ucranianos MIM-104 Patriot e S-300.
Além disso, a reportagem destaca as capacidades do caça russo Su-35 em missões de combate.
Segundo a revista, o Su-35 é adequado para escoltar bombardeiros devido ao seu longo alcance, de cerca de 2.000 km.
O caça também carrega um radar grande e potente, o Irbis-E, que fornece alerta precoce de ameaças potenciais.
"Com um alcance de detecção de 400 quilômetros contra aeronaves de grande porte, o radar permite que um alerta precoce seja fornecido contra possíveis ameaças à frota de bombardeiros", enfatiza o material.
Portanto, a Military Watch afirma que assim como o Tu-22M3, o Su-35 consegue manter o voo supersônico sem utilizar pós-combustores.
Dessa forma, o artigo conclui que, no contexto da expansão e da política agressiva da OTAN em relação à Rússia, a importância de empregar caças e mísseis de maior alcance é elevada.
Anteriormente, a corporação estatal russa Rostec relatou que o caça Su-35S tornou-se um dos modelos mais procurados da aviação militar russa por ter destruído o maior número de alvos ao longo da operação militar especial na Ucrânia.