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Ocidente não quer acabar com conflito na Ucrânia e estabelecer paz no país, constata Zakharova
Ocidente não quer acabar com conflito na Ucrânia e estabelecer paz no país, constata Zakharova
Sputnik Brasil
A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que os países ocidentais não têm intenção de acabar com o... 15.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-15T12:08-0300
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A diplomata explicou que isso é evidenciado pela operação ininterrupta do aeroporto de Rzeszow-Jasionka, na Polônia, através do qual ocorre um fluxo estável de carga militar desde 2022 para as necessidades das Forças Armadas da Ucrânia.As ações dos países europeus e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) ao fornecerem a Kiev equipamento militar e dinheiro falam sobre suas verdadeiras intenções de forma mais eloquente do que palavras hipócritas sobre o desejo de paz, disse Maria Zakharova.A diplomata acrescentou que o anúncio sobre a intenção de implantar forças multinacionais na Ucrânia, assinada pelo presidente francês Emmanuel Macron, pelo primeiro-ministro britânico Keir Starmer e por Vladimir Zelensky, visa minar o processo de paz na Ucrânia com a participação dos Estados Unidos, acrescentou.A representante oficial da chancelaria russa reiterou que quaisquer contingentes militares estrangeiros na Ucrânia são considerados alvos legítimos para ataques das Forças Armadas Russas, e as "forças multinacionais" não são exceção.Pronunciando-se sobre as tensões com o Reino Unido, Zakharova afirmou que Moscou pede que Londres abandone sua política de criar tensão internacional e retorne a um diálogo respeitoso.No que se refere à questão da Groenlândia, Zakharova disse que Moscou parte do princípio de que quaisquer divergências sobre este território autônomo devem ser resolvidas por meio de negociações de acordo com o direito internacional, levando em consideração os interesses da população da ilha.Ela ressaltou que a presença da OTAN no Ártico é a causa da desestabilização da situação na região, e que as tentativas de criar ameaças à segurança da Federação da Rússia no Ártico receberão resposta e terão sérias consequências.A Rússia solidariza-se com a posição da China sobre a inadmissibilidade de referências a algum tipo de "atividade" de Moscou e Pequim na Groenlândia como motivo para escalada, acrescentou a diplomata.Além disso, Zakharova afirmou que a Rússia está preocupada com a escalada da retórica agressiva na América Latina, inclusive contra a República de Cuba, país amigo de Moscou. A diplomata classificou como inaceitável o uso de linguagem baseada em chantagem e ameaças, sobretudo em relação à "Ilha da Liberdade", seu povo e seu governo.
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Ocidente não quer acabar com conflito na Ucrânia e estabelecer paz no país, constata Zakharova
A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que os países ocidentais não têm intenção de acabar com o conflito na Ucrânia e não querem a paz, porque mantêm desde 2022 um fluxo estável de cargas para as necessidades das Forças Armadas da Ucrânia.
A diplomata explicou que isso é evidenciado pela
operação ininterrupta do aeroporto de Rzeszow-Jasionka, na Polônia, através do qual ocorre um fluxo estável de carga militar desde 2022 para as necessidades das Forças Armadas da Ucrânia.
As ações dos países europeus e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) ao fornecerem a Kiev equipamento militar e dinheiro falam sobre suas verdadeiras intenções de forma mais eloquente do que palavras hipócritas sobre o desejo de paz, disse Maria Zakharova.
A diplomata acrescentou que o anúncio sobre
a intenção de implantar forças multinacionais na Ucrânia, assinada pelo presidente francês
Emmanuel Macron, pelo primeiro-ministro britânico
Keir Starmer e por
Vladimir Zelensky, visa minar
o processo de paz na Ucrânia com a participação dos Estados Unidos, acrescentou.
A representante oficial da chancelaria russa reiterou que
quaisquer contingentes militares estrangeiros na Ucrânia são considerados
alvos legítimos para ataques das Forças Armadas Russas, e as "forças multinacionais" não são exceção.
Pronunciando-se sobre as tensões com o Reino Unido, Zakharova afirmou que Moscou pede que Londres abandone sua política de criar tensão internacional e retorne a um diálogo respeitoso.
No que se refere à questão da Groenlândia, Zakharova disse que Moscou parte do princípio de que quaisquer divergências sobre este território autônomo
devem ser resolvidas por meio de negociações de acordo com o direito internacional, levando em consideração os interesses da população da ilha.
"Deve-se notar que a tensão atual em torno da autonomia dinamarquesa do norte demonstra com particular clareza a inconsistência da chamada 'ordem mundial baseada em regras' que está sendo construída pelo Ocidente", afirmou.
Ela ressaltou que a presença da OTAN no Ártico é a causa da desestabilização da situação na região, e que as tentativas de criar ameaças à segurança da Federação da Rússia no Ártico receberão resposta e terão sérias consequências.
A Rússia solidariza-se com a posição da China sobre a inadmissibilidade de referências a algum tipo de "atividade" de Moscou e Pequim na Groenlândia como motivo para escalada, acrescentou a diplomata.
Além disso, Zakharova afirmou que
a Rússia está preocupada com a escalada da retórica agressiva na América Latina,
inclusive contra a República de Cuba, país amigo de Moscou. A diplomata classificou como inaceitável o uso de linguagem baseada em chantagem e ameaças, sobretudo em relação à
"Ilha da Liberdade", seu povo e seu governo.
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