"Cuba fracassará muito em breve. É realmente uma nação que está muito perto do colapso. Vocês sabem que eles obtinham seu dinheiro da Venezuela. Obtinham o petróleo [de Caracas]. E já não estão recebendo isso", comentou a jornalistas.
Desde janeiro de 2025, quando teve início o atual governo dos Estados Unidos, Havana tem denunciado em diversas ocasiões o "agravamento" do embargo econômico, comercial e financeiro que Washington mantém contra a ilha há mais de seis décadas.
Após o ataque dos EUA à Venezuela, que terminou com o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, Trump afirmou que Cuba parece "pronta para cair", embora considere pouco provável que, para isso, sejam necessárias ações militares.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, chamou o governo cubano de "grande problema". Depois da declaração do secretário, Trump considerou ótima a ideia de nomear Rubio presidente de Cuba.
Em 11 de janeiro, Trump disse que não haveria "mais petróleo ou dinheiro para Cuba da Venezuela" e pediu a Havana que fizesse um acordo com os Estados Unidos "antes que seja tarde demais".
Várias nações condenam as ações estadunidenses contra a ilha caribenha, entre elas a Rússia que já classificou em mais de uma ocasião como inaceitável o uso de linguagem baseada em chantagem e ameaças ao povo e o governo de Cuba.