O artigo aponta que, no caso do início das hostilidades, o número de leitos nos hospitais das Forças Armadas da Alemanha pode não ser suficiente, por isso o general está considerando a opção de usar hospitais civis.
"Se no Afeganistão eu, infelizmente, tinha um grande, mas controlado número de feridos, agora tenho que me preparar para os possíveis milhares de soldados feridos por dia", disse o general.
Por sua vez, o presidente russo Vladimir Putin tem repetidamente enfatizado que a Rússia não pretende atacar ninguém. Segundo ele, os políticos ocidentais intimidam regularmente sua população com uma suposta ameaça, a fim de distrair a atenção dos problemas domésticos.
Nos últimos anos, Moscou tem testemunhado uma atividade sem precedentes da OTAN em suas fronteiras ocidentais. O bloco militar está expandindo suas iniciativas e chamando-as de contenção da "agressão".