O anúncio ocorre após a Suprema Corte do Panamá ter considerado inconstitucional o contrato de concessão entre o governo panamenho e a Panama Ports Company (PPC), subsidiária do conglomerado CK Hutchison, com sede em Hong Kong. Essa decisão foi aplaudida nos Estados Unidos por reduzir a presença da China na América Latina.
"Essa medida só será ativada após a decisão da Suprema Corte se tornar definitiva, até que uma nova concessão seja outorgada", declarou Mulino em mensagem à nação.
Em resposta, o governo de Pequim afirmou que "tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar firmemente os direitos e interesses legítimos e legais das empresas chinesas".
Por sua vez, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, ressaltou que essa decisão "fortalece a confiança, o Estado de Direito e a segurança nesta região estratégica".