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EUA precisam de força suficiente no Oriente Médio para protegerem seus interesses, afirma Rubio
EUA precisam de força suficiente no Oriente Médio para protegerem seus interesses, afirma Rubio
Sputnik Brasil
Segundo o secretário de Estado, há cerca de 30 mil a 40 mil soldados estadunidenses na região. 28.01.2026, Sputnik Brasil
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O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, participou nesta quarta-feira (28) de uma audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA em que detalhou tópicos da política externa norte-americana.Perguntado sobre as movimentação de navios para a costa iraniana, Rubio disse que os Estados Unidos precisam de força suficiente o Oriente Médio para proteger seus interesses.Na terça-feira (27), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as Forças Armadas norte-americanas posicionaram uma grande frota naval nas proximidades do Irã, que supostamente seria maior do que a enviada à Venezuela.Trump e a paz no mundoRubio foi perguntado sobre a iniciativa de paz criada por Donald Trump, o Conselho da Paz, e os temores de que ele fosse um instrumento para substituir as Nações Unidas. Segundo o político, este não é o objetivo do órgão.Rubio também garantiu que o "Conselho da Paz", formado pelos Estados Unidos, não tem como objetivo substituir a ONU.O secretário também falou sobre os desejos da Casa Branca para países da América Latina, como Cuba e Venezuela.Sobre a ilha, Rubio, que é descendentes de imigrantes cubanos que deixaram a ilha após a Revolução de 1959, declarou que embora Washington deseje uma mudança de governo em Cuba, isso não significa que trabalhará para concretizá-la.Na semana passada, veículos de comunicação noticiaram que o governo de Trump, está considerando diversas opções, incluindo a imposição de um embargo total às importações de petróleo para Cuba, numa tentativa de incentivar uma mudança de regime no país caribenho.Ontem, Trump afirmou que Cuba é um país "muito próximo do colapso" após perder o acesso ao petróleo venezuelano e aos carregamentos de dinheiro com a queda de Nicolás Maduro no início de janeiro.Já sobre a Venezuela, Rubio esclareceu que o país é "muito rico" e não precisará de auxílio financeiro de Washington.Os Estados Unidos realizaram um grande ataque militar contra a Venezuela nas primeiras horas de 3 de janeiro, sequestrando o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que foram levados para Nova York para serem julgados por supostos crimes de tráfico de drogas.Quase uma semana após o ataque, o governo venezuelano anunciou a chegada de uma delegação de funcionários do Departamento de Estado dos EUA a Caracas, bem como o envio de uma missão diplomática a Washington para realizar as tarefas logísticas de suas funções.Enquanto isso, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que seu governo está comprometido com o "caminho da diplomacia" com os EUA para proteger o país.Conflito ucranianoO secretário também informou à comissão que a Rússia e Ucrânia retornarão as negociações nesta semana, mas que nem o enviado especial Steve Witkoff, nem Jared Kushner, genro de Trump, devem participar desta rodada de negociações.Ele acrescentou que o conjunto de garantias de segurança para a Ucrânia só entrará em vigor após a conclusão de uma solução pacífica para o conflito. Segundo Rubio, a única questão pendente é a territorialidade de Donestsk.
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‼ 'Trump se reserva ao direito de agir em legítima defesa contra o Irã', diz o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio
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EUA precisam de força suficiente no Oriente Médio para protegerem seus interesses, afirma Rubio
14:54 28.01.2026 (atualizado: 19:32 28.01.2026) Segundo o secretário de Estado, há cerca de 30 mil a 40 mil soldados estadunidenses na região.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, participou nesta quarta-feira (28) de uma audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA em que detalhou tópicos da política externa norte-americana.
Perguntado sobre as movimentação de navios para a costa iraniana, Rubio disse que os Estados Unidos precisam de
força suficiente o Oriente Médio para proteger seus interesses.
"Temos de 30 a 40 mil soldados americanos estacionados em oito ou nove instalações naquela região. Todos eles estão ao alcance de milhares de drones iranianos e mísseis balísticos de curto alcance que ameaçam nossa presença militar. Precisamos ter força e poder suficientes na região, pelo menos como ponto de partida, para nos defendermos dessa possibilidade", disse Rubio em discurso na Comissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA.
Na terça-feira (27), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as Forças Armadas norte-americanas
posicionaram uma grande frota naval nas proximidades do Irã, que supostamente seria
maior do que a enviada à Venezuela.
Rubio foi perguntado sobre a iniciativa de paz criada por Donald Trump, o Conselho da Paz, e os temores de que ele fosse um instrumento para substituir as Nações Unidas. Segundo o político, este não é o objetivo do órgão.
Rubio também garantiu que o
"Conselho da Paz", formado pelos Estados Unidos,
não tem como objetivo substituir a ONU."Não é um substituto da ONU, mas, no caso de Gaza, a ONU fez muito pouco de útil, exceto pela ajuda alimentar", disse Rubio durante depoimento no Senado.
O secretário também falou sobre os desejos da Casa Branca para países da América Latina, como Cuba e Venezuela.
Sobre a ilha, Rubio, que é descendentes de imigrantes cubanos que deixaram a ilha após a Revolução de 1959, declarou que embora Washington deseje uma mudança de governo em Cuba, isso não significa que trabalhará para concretizá-la.
Na semana passada, veículos de comunicação noticiaram que o governo de Trump, está considerando diversas opções, incluindo a imposição de um embargo total às importações de petróleo para Cuba, numa tentativa de incentivar uma mudança de regime no país caribenho.
Ontem, Trump afirmou que Cuba é um país
"muito próximo do colapso" após perder o acesso ao petróleo venezuelano e aos carregamentos de dinheiro com a queda de Nicolás Maduro no início de janeiro.
Já sobre a Venezuela, Rubio esclareceu que o país é "muito rico" e não precisará de auxílio financeiro de Washington.
"Pode haver algum programa de ajuda internacional que interesse a alguns de vocês no futuro. Não acreditamos que a Venezuela seja um país que precise disso. É um país muito rico", disse.
Os Estados Unidos realizaram um grande ataque militar contra a Venezuela nas primeiras horas de 3 de janeiro, sequestrando o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que foram levados para Nova York para serem julgados por supostos crimes de tráfico de drogas.
Quase uma semana após o ataque, o governo venezuelano anunciou a chegada de uma delegação de funcionários do Departamento de Estado dos EUA a Caracas, bem como o envio de uma missão diplomática a Washington para realizar as tarefas logísticas de suas funções.
Enquanto isso, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que seu governo está comprometido com o "caminho da diplomacia" com os EUA para proteger o país.
O secretário também informou à comissão que a Rússia e Ucrânia retornarão as negociações nesta semana, mas que nem o enviado especial Steve Witkoff, nem Jared Kushner, genro de Trump, devem participar desta rodada de negociações.
Ele acrescentou que o conjunto de garantias de segurança para a Ucrânia só entrará em vigor após a conclusão de uma solução pacífica para o conflito. Segundo Rubio, a única questão pendente é a territorialidade de Donestsk.
"Sei que estão trabalhando ativamente para ver se as visões de ambos os lados sobre isso podem ser conciliadas."
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