"Enfrentaremos este novo ataque com firmeza, serenidade e a certeza de que a razão está absolutamente do nosso lado", declarou o governo em um comunicado à imprensa.
Da mesma forma, as autoridades da nação caribenha enfatizaram que "Cuba não representa nenhuma ameaça aos EUA, aos seus interesses nacionais ou ao bem-estar de seus cidadãos, que, aliás, sempre foram tratados com respeito e hospitalidade quando seu governo permitiu que visitassem a ilha".
Acrescentaram que Havana sempre foi caracterizada como uma nação pacífica, solidária e cooperativa, "disposta a ajudar e contribuir com outros Estados".
Anteriormente, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, anunciou que Cuba havia declarado "estado de emergência internacional" devido a este novo ataque.
Em 29 de janeiro, a Casa Branca publicou um documento afirmando que "as políticas, práticas e ações do Governo de Cuba constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos".