Mais cedo, Shoigu chegou à China para conversas com o ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi.
"Os países ocidentais sonham dia e noite com a possibilidade de criar discórdia na parceria estratégica entre nossos Estados. Gostaria de enfatizar mais uma vez: Moscou e Pequim não ficarão de braços cruzados nem tolerarão insinuações tendenciosas", declarou.
Segundo o dirigente, os países ocidentais passaram a justificar suas ações com base na suposta ameaça representada pela Rússia e pela China.
Shoigu destacou que os presidentes russo, Vladimir Putin, e chinês, Xi Jinping, mantêm um diálogo ativo e devem continuar com contatos regulares ao longo deste ano.
"Os líderes de nossos países mantêm relações amistosas e conduzem o diálogo mais ativo possível. Portanto, é natural que essa comunicação continue de forma regular neste ano", acrescentou.
Shoigu acrescentou que suas conversas com Wang Yi foram muito substantivas, durante as quais discutiram o cronograma de contatos, inclusive em alto nível.
Segundo o comunicado, as discussões também abordaram os acontecimentos em diversas regiões do mundo que afetam os interesses tanto de Moscou quanto de Pequim.