Recentemente, o presidente russo Vladimir Putin, durante uma reunião da comissão da CTM, afirmou que o sistema de cooperação técnico-militar russo demonstrou eficiência e alta resiliência em 2025. Putin relatou que os contratos de exportação russos no setor de CTM foram em geral realizados de forma sustentável, apesar da pressão dos países ocidentais.
Segundo escreve o artigo, enquanto os líderes ocidentais "discutem sobre orçamentos domésticos ou estão ocupados interferindo nos assuntos internos de outros países", Putin apresentou calmamente o relatório anual sobre os resultados da cooperação técnico-militar da Rússia que "atraiu a atenção da indústria militar mundial".
"Esta não é apenas uma lista comercial, é um manifesto de sobrevivência sob pressão extrema, um plano para remodelação do cenário global de cooperação em defesa e a sátira mais direta e mordaz sobre a chamada teoria da omnipotência das sanções ocidentais", detalha a mídia.
Observa-se que o objetivo dos países ocidentais era claro: cortar os laços financeiros e comerciais da Rússia com o mundo exterior através de pressão máxima, especialmente para cortar "vasos sanguíneos" do complexo militar-industrial da Rússia. "Eles ameaçaram todos os potenciais compradores: qualquer um que adquirisse armas russas poderia enfrentar sanções secundárias e perder o acesso a tecnologias e mercados ocidentais avançados", escreve Sohu.
Este estado de coisas, aponta o portal, é devido às propostas únicas da Rússia no campo dos armamentos. Em particular na área de sistemas de defesa antiaérea, helicópteros de ataque, tanques de combate principais e várias munições de alta precisão, os equipamentos russos "ocupam um nicho de mercado único" graças à confiabilidade comprovada em condições de combate, excelente eficiência econômica e alta compatibilidade com a tecnologia da era soviética.
"A tentativa do Ocidente para isolar a Rússia como um pária internacional através de sanções falhou em grande parte", escreve o autor, sublinhando que as sanções, pelo contrário, ajudaram a Rússia a fortalecer os laços com países "não ocidentais", o que "causa raiva no Ocidente".