Note-se que, durante o curso especial de um mês de sobrevivência em condições do norte para 20 soldados da OTAN, os instrutores devem ensiná-los a manter suas armas secas e operáveis, bem como não as deixar fora da tenda porque elas podem ser roubadas em condições reais.
"Entre as muitas dificuldades enfrentadas pelos soldados da OTAN nas duras condições do Ártico está a possibilidade de as armas congelarem, o que os torna mais vulneráveis", escreve a publicação.
A militar finlandesa Laura Lahdekorpi também disse ao jornal que atirar com uma arma fria não é "uma tarefa fácil", porque suas luvas grossas dificultam o tiro, mas quando ela as tira, suas mãos congelam.